Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Jurídico

Outubro Rosa: Conheça as leis e benefícios garantidos

Jamile Cruz Jamile Cruz 23/10/2025 17 minutos
Durante o Outubro Rosa, é importante lembrar que o diagnóstico de câncer de mama não traz somente desafios de saúde, mas também a necessidade de conhecer e exigir direitos das mulheres com câncer.
Outubro Rosa: Conheça as leis e benefícios garantidos

O câncer de mama é uma das doenças que desafiam o sistema de saúde e o Direito brasileiro. Durante o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização e à prevenção, torna-se ainda mais importante compreender os direitos das mulheres com câncer, especialmente aqueles previstos em lei. 

Entender quais são esses direitos e benefícios garantidos às mulheres diagnosticadas é fundamental para o advogado atuar com segurança e estratégia.

Nesse artigo, vamos tratar sobre as principais leis que protegem mulheres com câncer de mama, os benefícios previdenciários e tributários disponíveis, e o entendimento dos tribunais sobre negativas de planos de saúde.

Fique até o final e descubra como aplicar esses conhecimentos na prática jurídica para garantir tratamento digno e amparo legal às suas clientes.

Por que falar sobre direitos no Outubro Rosa?

O Outubro Rosa vai muito além da conscientização sobre o câncer de mama, é também um momento para reforçar os direitos das pessoas em tratamento. 

Em meio a consultas, exames e internações, muitos pacientes desconhecem que a legislação brasileira garante benefícios específicos, que podem aliviar parte do peso emocional, físico e financeiro dessa fase.

Segundo o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 73.610 novos casos de câncer de mama em 2025, demonstrando a relevância de discutir o tema sob a ótica jurídica. 

Essa realidade atinge milhares de famílias e reforça a necessidade de que o profissional do Direito compreenda como pode atuar na defesa desses direitos, seja administrativa ou judicialmente.

STF consolida critérios para cobertura de tratamentos fora do rol da ANS pelos planos de saúde.

Quais são as principais leis que protegem mulheres com câncer de mama?

A legislação brasileira prevê diversos direitos e garantias voltados às mulheres diagnosticadas com câncer de mama. 

Abaixo, nós destacamos as principais leis que todo advogado deve conhecer para atuar na defesa dessas pacientes.

Lei n.º 11.664/2008 — Lei da Mamografia

A Lei n.º 11.664/2008 determina que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve assegurar a assistência integral à saúde da mulher, abrangendo ações informativas, educativas e de controle do câncer de mama.
Conforme o texto legal, todas as mulheres a partir dos 40 anos têm direito à mamografia gratuita pelo SUS.

Lei n.º 12.732/2012 — Início do tratamento em até 60 dias

A Lei n.º 12.732/2012 estabelece que o paciente diagnosticado com câncer tem direito a iniciar o primeiro tratamento no prazo máximo de 60 dias, contados a partir do diagnóstico.

Lei n.º 12.802/2013 — Reconstrução mamária

Conhecida como Lei da Reconstrução Mamária, a Lei n.º 12.802/2013 garante que toda mulher submetida à mastectomia tem direito à cirurgia de reconstrução mamária imediatamente após a retirada do tumor, quando houver condições clínicas.

Leis de âmbito previdenciário e tributário

Diversas normas federais asseguram benefícios financeiros e isenções às pessoas com câncer:

  • Lei n.º 7.713/1988 — garante isenção do Imposto de Renda sobre aposentadoria, pensão ou reforma de pessoas com câncer.
  • Lei n.º 8.213/1991 — conhecida como Lei dos Benefícios da Previdência Social, prevê o acesso ao auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e auxílio-acidente para segurados em tratamento.
  • Lei n.º 8.899/1994 — assegura a gratuidade no transporte coletivo interestadual para pessoas com deficiência, abrangendo casos de câncer em estágio avançado, mediante comprovação médica.

Prioridade processual — Art. 1.048, I, do Código de Processo Civil

O Art. 1.048, inciso I, do CPC, prevê prioridade na tramitação de processos judiciais para pessoas portadoras de doenças graves, como o câncer.Esse benefício é fundamental em ações previdenciárias, tributárias ou indenizatórias, garantindo que a demanda seja julgada com celeridade.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Outros direitos garantidos por lei

Abaixo destacamos os principais direitos assegurados por lei:

  • Direito à mamografia gratuita pelo SUS
    Previsto na Lei n.º 11.664/2008, o exame deve ser oferecido a partir dos 40 anos de idade.
  • Direito a atendimento multidisciplinar
    O tratamento deve ser integral, abrangendo não somente médicos oncologistas, mas também psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais e outros profissionais necessários à recuperação da paciente. Tais previsões estão no Estatuto da Pessoa com Câncer (Lei nº 14.238/2021) e na Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (Lei nº 14.758/2023).
  • Direito à reconstrução mamária
    Regulamentado pela Lei n.º 12.802/2013, garante que a mulher submetida à mastectomia tenha direito à cirurgia de reconstrução mamária imediatamente após a retirada do tumor, ou posteriormente, conforme recomendação médica.
  • Direito ao início do tratamento em até 60 dias
    A Lei n.º 12.732/2012 determina que o tratamento comece em até 60 dias após o diagnóstico registrado no prontuário médico. O objetivo é evitar atrasos que comprometam a eficácia terapêutica. O descumprimento pode gerar responsabilidade do ente público.
  • Direitos previdenciários e assistenciais
    A paciente que precise se afastar do trabalho tem direito ao auxílio-doença (Lei n.º 8.213/1991). Em casos de incapacidade permanente, pode haver concessão de aposentadoria por invalidez, e se houver necessidade de auxílio permanente de terceiros, a aposentada pode receber um acréscimo de 25% no valor do benefício.

  • Isenção de impostos na compra de veículo adaptado
    Pacientes com limitação física decorrente do tratamento podem requerer isenção de IPI, ICMS e IPVA para aquisição de veículo adaptado, mediante laudo médico que comprove a necessidade.
  • Direito à informação e ao tratamento humanizado
    Toda paciente tem direito de ser informada sobre o diagnóstico, opções de tratamento e segunda opinião médica, conforme o Código de Ética Médica.
  • Direito ao fornecimento de medicamentos e insumos pelo SUS
    O SUS é responsável por fornecer gratuitamente todos os medicamentos, insumos e materiais necessários ao tratamento. Quando o tratamento não está disponível no município de residência, a paciente pode requerer o Tratamento Fora do Domicílio (TFD), com custos de transporte e hospedagem pagos pelo sistema público.
  • Direitos relacionados ao plano de saúde
    Os planos de saúde (regulamentados pela Lei n° 9.656/98) são obrigados a cobrir integralmente o tratamento oncológico, incluindo exames, cirurgias, radioterapia, quimioterapia e internações. Além disso, é vedado limitar o tempo de internação ou restringir o número de sessões de tratamento.
  • Saque do FGTS e do PIS/PASEP
    Pessoas com câncer ou seus dependentes podem sacar o saldo do FGTS e do PIS/PASEP a qualquer momento, mediante comprovação médica da enfermidade.
  • Quitação do financiamento da casa própria
    A mulher com câncer de mama que possua financiamento habitacional pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) pode ter direito à quitação do saldo devedor, caso o contrato contenha cláusula de seguro por invalidez permanente.

Esses são alguns dos principais direitos garantidos por lei às mulheres com câncer de mama. 

O papel do advogado é identificar quais deles se aplicam em cada caso concreto, orientar sobre os procedimentos administrativos e, quando necessário, buscar a efetivação judicial desses direitos.

Infográfico sobre outubro rosa

Benefícios previdenciários e financeiros

Quando a cliente é diagnosticada com câncer de mama, é fundamental que o advogado conheça os benefícios previdenciários e assistenciais disponíveis, tanto para quem contribui com o INSS quanto para quem nunca contribuiu. 

O conhecimento desses direitos permite atuar de forma rápida e estratégica, evitando negativas indevidas e garantindo proteção financeira durante o tratamento.

O primeiro benefício a ser analisado é o auxílio-doença, destinado a seguradas que precisam se afastar do trabalho por mais de 15 dias. 

Esse direito alcança empregadas, autônomas, donas de casa, empresárias e desempregadas, se mantiverem a qualidade de segurada. 

O pedido deve ser feito pelo Meu INSS, na opção “benefício por incapacidade”.

Se a incapacidade for total e permanente, é possível requerer a aposentadoria por invalidez. 

Nesses casos, o advogado deve orientar a cliente a anexar toda a documentação médica e acompanhar o agendamento da perícia, que pode garantir o benefício por prazo indeterminado.

Um ponto frequentemente ignorado pelo INSS é a dispensa da carência de 12 meses, caso a doença tenha se manifestado após a filiação ao RGPS.

A base legal para isso é porque o câncer é considerado doença grave, o que dispensa a carência exigida em regra.

Assim, se o benefício for negado com esse argumento, é possível reverter judicialmente, e o advogado deve atuar com foco em comprovar a qualidade de segurada e o diagnóstico médico.

Outra alternativa é a aposentadoria da pessoa com deficiência, tanto por idade quanto por tempo de contribuição. 

Após uma mastectomia total ou parcial, muitas mulheres passam a se enquadrar como pessoa com deficiência, e isso antecipa a aposentadoria.

  • Por idade: direito aos 55 anos, com 15 anos de contribuição comprovando a condição de PCD.
  • Por tempo de contribuição: depende do grau da deficiência e do tempo enfrentando barreiras.

O pedido deve ser feito também pelo Meu INSS, com avaliação médica e social obrigatórias.

Para mulheres que nunca contribuíram, há o BPC/Loas (Benefício de Prestação Continuada). É um benefício assistencial, sem exigência de contribuição, mas com regras rígidas de renda e cadastro ativo no CadÚnico.

Entre os critérios principais podemos citar: renda familiar inferior a ¼ do salário mínimo por pessoa e ausência de atividade remunerada.

Em caso de indeferimento por erro na análise da renda, o advogado pode recorrer judicialmente, demonstrando os altos gastos com medicação, alimentação especial ou moradia.

Por fim, como já mencionado, mulheres com diagnóstico de câncer também podem ter direito à isenção do imposto de renda sobre aposentadorias e pensões.

Imagem representando direitos das mulheres com câncer de mama

Jurisprudências e entendimentos sobre direitos das mulheres com câncer de mama

Quando falamos dos direitos das mulheres com câncer de mama, é essencial compreender como o Poder Judiciário tem se posicionado diante das negativas de cobertura pelos planos de saúde. 

Essas decisões trazem fundamentos valiosos para quem atua na defesa de pacientes em situações de urgência, reconstrução mamária e demais tratamentos oncológicos.

A seguir, confira alguns entendimentos recentes e o que eles ensinam na prática:

Procedimentos não previstos no rol da ANS podem ser exigidos judicialmente

“No caso, a Corte local entendeu presentes os requisitos para possibilitar a concessão do procedimento cirúrgico à luz da Lei 9.656/98, sob o fundamento de que a recorrida sofre de hipertrofia mamária (…). A Segunda Seção desta Corte Superior (…) decidiu que, ‘comprovado o preenchimento dos critérios para flexibilização do rol da ANS definidos na nova lei, cabe ao plano de saúde fornecer tratamento não previsto no rol da ANS’.”
(STJ, AgInt no REsp 2004773 / MS, Relator: Min. Raul Araújo, julgado em 02/12/2024, Quarta Turma, publicado em 09/12/2024)

Esse julgado reforça um ponto importante: o rol da ANS não é absoluto. 

Quando o médico indica um procedimento necessário à saúde da paciente, mesmo que ele não conste expressamente no rol, o plano pode ser obrigado a custeá-lo, desde que comprovada a necessidade clínica.

Carência contratual não se aplica a tratamentos de urgência ou risco de metástase

“O art. 35-C, da Lei n.º 9.656/98, dispõe que, quando paciente se encontra em situação que se enquadra às hipóteses de urgência ou emergência, é obrigatória a cobertura dos procedimentos necessários à manutenção de sua vida e integridade física, independentemente de o plano ainda estar sujeito ao período de carência.”
(TJMG, Apelação Cível n.º 5005802-06.2023.8.13.0694, Relator: Des. Marco Aurélio Ferenzini, julgado em 06/02/2025, publicado em 14/02/2025)

Neste caso, o Tribunal mineiro reafirmou que a carência não pode ser aplicada quando o tratamento é de urgência ou emergência, especialmente em situações de câncer com risco de metástase. 

Negar cobertura nessa hipótese configura abuso contratual e afronta o princípio da boa-fé objetiva.

Planos de saúde devem custear o tratamento oncológico integral e podem responder por danos morais

“Configura-se obrigatório o custeio de exames e procedimentos para o tratamento de câncer pelos planos de saúde, sendo irrelevante a discussão a respeito da natureza taxativa ou exemplificativa do rol da ANS. (…) Há configuração de danos morais indenizáveis pela recusa indevida de cobertura médico-assistencial, porquanto agrava o sofrimento psíquico do usuário.”
(STJ, REsp 2195960 / RS, Relator: Min. Ricardo Villas Bôas Cueva, julgado em 31/03/2025, Terceira Turma, publicado em 03/04/2025)

O Superior Tribunal de Justiça entende que os planos de saúde são obrigados a custear todos os procedimentos necessários ao tratamento do câncer, inclusive radioterapia, quimioterapia e exames complementares. 

A recusa injustificada de cobertura gera dano moral, por ampliar o sofrimento da paciente.

Essas decisões mostram que o Judiciário adota uma postura protetiva em relação às mulheres com câncer de mama, especialmente quando enfrentam barreiras impostas por planos de saúde.

Como o advogado pode atuar?

Diante de tantas garantias legais, o papel do advogado é atuar proativamente para assegurar que esses direitos sejam efetivados.

Isso envolve:

  • Requerer administrativamente benefícios previdenciários e isenções tributárias, quando a cliente estiver em tratamento;
  • Ajuizar ações contra planos de saúde em casos de negativa de cobertura, fundamentando-se nas Leis n.º 9.656/98, n.º 12.732/2012 e na jurisprudência atualizada;
  • Solicitar tramitação prioritária nos processos judiciais, com base no Art. 1.048, I, do CPC;
  • Exigir início rápido do tratamento;
  • E, quando necessário, pleitear indenização por danos morais diante de condutas abusivas das operadoras.

Mais do que representar judicialmente, o advogado é um agente de informação e acolhimento, é alguém que traduz o direito em acesso real à saúde e dignidade.

Conte com a Jurídico AI para defender os direitos das mulheres

Na Jurídico AI, você  consegue gerar peças e documentos jurídicos completos e personalizáveis para atuar tanto nas causas contra planos de saúde quanto nas demandas previdenciárias e assistenciais.


Nossa ferramenta utiliza inteligência artificial para agilizar a produção de peças e garantir mais tempo para o que realmente importa: a defesa dos seus clientes.

Peças disponíveis na plataforma:

  • Requerimento de Concessão de Benefício Previdenciário Administrativo
  • Inicial de Ação de Concessão de Benefício Previdenciário
  • Razões do Requerimento de Revisão de Benefício Administrativo
  • Ação de Revisão de Benefício Previdenciário
  • Razões de Recurso Previdenciário Administrativo

Com a Jurídico AI, o advogado consegue adaptar cláusulas, gerar petições completas e automatizar a rotina jurídica, mantendo o foco no atendimento humanizado e estratégico.

Teste Grátis a melhor IA para advogados

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Quais são os direitos de uma pessoa com  câncer de mama?

Direitos das mulheres com diagnóstico de câncer de mama:
Realização gratuita da mamografia pelo SUS;
Reconstrução mamária, quando houver indicação médica;
Início do tratamento em até 60 dias após o diagnóstico;
Fornecimento de medicamentos necessários pelo SUS;
Saque do FGTS e do PIS/PASEP;
Prioridade no atendimento em serviços públicos e privados;
Prioridade na tramitação processual;
Benefícios previdenciários, como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez;
Isenções tributárias, a exemplo do IPI e do IPVA (quando aplicáveis).

Quais são os benefícios do Outubro Rosa?

O Outubro Rosa reforça o direito à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de mama, além de promover campanhas de informação sobre os direitos das pacientes. 

Para o advogado, é uma oportunidade de orientar e atuar na efetivação desses direitos — seja no âmbito administrativo, previdenciário ou judicial.

Quais são as ações atuais do Outubro Rosa?

As ações atuais envolvem campanhas de conscientização sobre a importância da mamografia, palestras sobre direitos das pacientes, mutirões de exames e divulgação de leis que asseguram tratamento integral, como as Leis n.º 12.732/2012 e n.º 12.802/2013.

O que garante a Lei n.º 12.732/2012?

Determina que o paciente com câncer tem direito a iniciar o tratamento em até 60 dias após o diagnóstico, prazo que visa evitar agravamento da doença e garantir eficácia terapêutica.

O que prevê a Lei n.º 12.802/2013?

Conhecida como Lei da Reconstrução Mamária, assegura que toda mulher submetida à mastectomia tenha direito à cirurgia de reconstrução mamária, imediata ou posteriormente, conforme a recomendação médica.

Quais são os benefícios previdenciários para quem tem câncer de mama?

A paciente pode ter direito ao auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, aposentadoria da pessoa com deficiência, BPC/Loas e isenção de Imposto de Renda. O câncer é considerado doença grave, o que pode dispensar a carência e agilizar a concessão dos benefícios.

Quem tem câncer pode sacar FGTS e PIS/PASEP?

Sim. A pessoa com câncer ou seus dependentes podem sacar o saldo do FGTS e do PIS/PASEP mediante comprovação médica da enfermidade, sem necessidade de autorização judicial.

Planos de saúde podem negar tratamento para pacientes com câncer?

Não. Os planos de saúde são obrigados a custear o tratamento oncológico integral, incluindo cirurgias, exames, radioterapia e quimioterapia. A recusa indevida gera responsabilidade civil e pode resultar em indenização por danos morais.

O câncer de mama dá direito à prioridade no processo judicial?

Sim. O Art. 1.048, inciso I, do Código de Processo Civil garante prioridade na tramitação de processos para pessoas com doenças graves, como o câncer.

Jamile Cruz Jamile Cruz 23/10/2025

Graduanda em Direito e Marketing, pós-graduada em Direito Civil e Direito Digital. Possui experiência na redação de peças processuais, produção de conteúdo jurídico e SEO. É pesquisadora na área de Inteligência Artificial e Direito, com interesse nos impactos e desafios da tecnologia no sistema de Justiça. Inscrita na OAB/BA como estagiária, sob o nº 33984E

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 38 anos da Constituição Federal: uma história de democracia e direitos 05/10/26 → Ler artigo
  2. 2 STF cria novas regras para petições em processos em andamento 02/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Lei Seca nas eleições 2026: como o advogado pode orientar sobre as restrições? 02/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Eleições 2026: como funciona a atuação do advogado no plantão eleitoral? 02/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Tabela Prática TJSP: como consultar e calcular a atualização monetária 01/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Certidão de inteiro teor: o que é, para que serve e como solicitar 30/09/26 → Ler artigo
  7. 7 Custas do recurso especial em 2027: como calcular o preparo 29/09/26 → Ler artigo
  8. 8 BPC/LOAS: quem tem direito, requisitos e como solicitar o benefício 29/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Inventário extrajudicial na prática: procedimento e cuidados para advogados 29/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Conta de motorista de aplicativo bloqueada: o que analisar antes da ação 28/09/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Alegações finais no CPP: prazos e como elaborar 01/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Cárcere privado: requisitos, penas e atuação do advogado 30/09/26 → Ler artigo
  3. 3 Legítima defesa: requisitos, excesso e atuação do advogado 29/09/26 → Ler artigo
  4. 4 Réu primário: o que significa e como afeta o processo penal? 21/09/26 → Ler artigo
  5. 5 Dosimetria da pena: como calcular as três fases e evitar erros 21/09/26 → Ler artigo
  6. 6 Art. 157, CP: Entenda os tipos de roubo e suas implicações penais 16/09/26 → Ler artigo
  7. 7 Lei nº 7.492/1986: Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional 14/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Contagem de Prazo no CPP: Como funciona? 09/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Direito Penal: 5 modelos essenciais para atuação 02/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Individualização da pena: como funciona e quais critérios devem ser analisados 26/08/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 Penhora de salário: STJ admite medida para pagar dívidas não alimentares 02/10/26 → Ler artigo
  2. 2 STJ aprova novas custas judiciais: veja valores para 2027 26/09/26 → Ler artigo
  3. 3 Lula assina MP que proíbe bets: veja os prazos e como recuperar o dinheiro 26/09/26 → Ler artigo
  4. 4 Anac atualiza regras para atraso e cancelamento de voos 24/09/26 → Ler artigo
  5. 5 STF equipara licença-maternidade de mães biológicas e adotivas: o que muda? 24/09/26 → Ler artigo
  6. 6 TST define quando trabalhador pode perder direito de cobrar dívida trabalhista 23/09/26 → Ler artigo
  7. 7 CNJ adia para 2027 novas regras para acelerar execuções judiciais 22/09/26 → Ler artigo
  8. 8 STJ define critérios para devolução em dobro de cobrança indevida [Tema 929] 17/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Anuidade da OAB pode ser limitada a R$ 250? Entenda o projeto 17/09/26 → Ler artigo
  10. 10 TST autoriza pagamento de custas sem ser no Banco do Brasil e na Caixa 17/09/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 Gestão financeira para advogados: como organizar o escritório 06/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica 05/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Jurídico Academy: aulas ao vivo sobre IA para advogados e escritórios 02/10/26 → Ler artigo
  4. 4 CNPJ técnico para advogados: quem precisa e o que muda em 2027 01/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Como dividir as tarefas em um escritório de advocacia 30/09/26 → Ler artigo
  6. 6 Tipografia jurídica: como criar petições claras e bem organizadas 29/09/26 → Ler artigo
  7. 7 Escritório inteligente: o que é e como funciona na advocacia 27/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Skills do Claude para advogados: 5 skills prontas para copiar e usar 25/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Como citar e formatar jurisprudência em petições 25/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Estatuto da Advocacia: o que é e quais são as principais regras? 22/09/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Gestão financeira para advogados: advogada analisa documentos ao lado de um notebook, com calculadora e pasta sobre a mesa.
    Jurídico

    Gestão financeira para advogados: como organizar o escritório

    Veja como organizar honorários, despesas e valores de clientes e usar indicadores para orientar a gestão financeira do escritório.

    → Ler artigo
    6 out, 2026
  • Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica
    Jurídico

    Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica

    Confira uma seleção de artigos essenciais da Constituição Federal, com aplicações na defesa de direitos, na análise de decisões e na elaboração de peças.

    → Ler artigo
    5 out, 2026
  • Constituição Federal completa 38 anos de história e garantia de direitos
    Direito Civil

    38 anos da Constituição Federal: uma história de democracia e direitos

    Nos 38 anos da Constituição Federal, relembre sua história, conheça curiosidades e entenda sua importância para a cidadania e a advocacia brasileira.

    → Ler artigo
    5 out, 2026
  • STF cria novas regras para petições em processos em andamento
    Direito Civil

    STF cria novas regras para petições em processos em andamento

    A Resolução 921/2026 estabelece uma nova triagem para determinadas petições apresentadas em processos que já tramitam no STF. Veja quais pedidos serão analisados e os cuidados para o advogado.

    → Ler artigo
    2 out, 2026
  • Lei Seca nas eleições 2026 com calendário, horário e urna eletrônica
    Direito Civil

    Lei Seca nas eleições 2026: como o advogado pode orientar sobre as restrições?

    As restrições à venda e ao consumo de bebidas variam conforme o local. Veja como o advogado pode analisar as regras e orientar sobre seu cumprimento.

    → Ler artigo
    2 out, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 5 out, 2026
    Modelo de Ação Monitória de Cheque ou Nota Promissória

    Modelo de Ação Monitória de Cheque ou Nota Promissória

    Modelo de Ação Monitória de Cheque ou Nota Promissória para cobrar quantia em dinheiro fundada em título de crédito prescrito, com memória de cálculo e pedidos do CPC.

    → Ler artigo
  • 5 out, 2026
    Modelo de Ação Indenizatória por Produto Não Entregue

    Modelo de Ação Indenizatória por Produto Não Entregue

    Modelo de Ação Indenizatória por Produto Não Entregue para exigir judicialmente a entrega da mercadoria ou restituição do valor pago com perdas e danos.

    → Ler artigo
  • 5 out, 2026
    Modelo de Ação Ex Empto

    Modelo de Ação Ex Empto

    Modelo de Ação Ex Empto para exigir a complementação da metragem de imóvel adquirido na modalidade ad mensuram, com pedidos subsidiários de abatimento de preço ou rescisão contratual.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto