Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Notícias sobre Direito

CNJ estabelece regras para busca e apreensão extrajudicial de bens móveis

Carlos Moura Carlos Moura 06/06/2025 9 minutos
Confira as orientações do CNJ sobre busca e apreensão extrajudicial de bens móveis e fique atualizado para melhores estratégias jurídicas.
CNJ estabelece regras para busca e apreensão extrajudicial de bens móveis

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou, em junho de 2025, o Provimento n.º 196/2025, que regulamenta a possibilidade de busca e apreensão extrajudicial de bens móveis em contratos com cláusula de alienação fiduciária. 

A medida representa uma mudança relevante para o dia a dia dos advogados que atuam com recuperação de crédito e contratos bancários. 

A regulamentação visa conferir mais celeridade à execução de garantias sem intervenção judicial direta, desde que cumpridos os requisitos legais e procedimentais definidos pelo CNJ.

Confira, a seguir, os principais pontos do provimento, os requisitos para o pedido, o papel dos cartórios e as implicações práticas para os advogados que atuam tanto na defesa quanto na recuperação de crédito.

O que diz o Provimento nº 196/2025 do CNJ

O Provimento n.º 196/2025 do CNJ regulamenta os procedimentos a serem seguidos pelos cartórios de Registro de Títulos e Documentos (RTD) para a busca e apreensão extrajudicial de bens móveis alienados fiduciariamente. 

A norma estabelece que o credor fiduciário poderá iniciar o procedimento extrajudicial desde que comprove o inadimplemento contratual, a existência de cláusula de alienação fiduciária registrada e a regular notificação do devedor por meio do RTD. 

O pedido deve ser apresentado ao cartório do domicílio do devedor ou do local onde estiver situado o bem.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Requisitos formais para o pedido de busca e apreensão extrajudicial

O pedido de busca e apreensão extrajudicial deve ser instruído com os seguintes documentos, conforme o Provimento n.º 196/2025 do CNJ:

  • Contrato com cláusula de alienação fiduciária devidamente registrado no RTD.
  • Prova do inadimplemento contratual por parte do devedor.
  • Comprovação da notificação extrajudicial do devedor realizada por meio do RTD, com prova de entrega ou da tentativa frustrada de ciência.
  • Indicação precisa do bem móvel, com elementos que permitam sua identificação e localização.
  • Declaração expressa do credor, sob as penas da lei, de que não há processo judicial em curso com o mesmo objeto.

Além disso, é necessário o recolhimento dos emolumentos e o envio dos documentos por meio eletrônico, conforme os sistemas autorizados pelo CNJ.

A lista de documentos completa para o requerimento inicial encontra-se disposta no art. 397-T do Provimento n.° 196/2025 do CNJ. 

Papel dos cartórios e etapas do procedimento

O procedimento de busca e apreensão extrajudicial será processado no cartório de Registro de Títulos e Documentos (RTD) do domicílio do devedor ou do local onde o bem estiver registrado. 

Compete ao oficial do RTD verificar se o pedido está devidamente instruído com a documentação exigida e lavrar o termo correspondente quando atendidos todos os requisitos legais e formais.

O termo lavrado poderá ser utilizado para embasar eventual pedido judicial de ingresso forçado no domicílio ou de apoio de força policial, quando necessário e mediante autorização judicial.

Eventuais irregularidades na documentação poderão ser objeto de exigência por parte do cartório, e, caso não sanadas, poderão justificar o indeferimento do procedimento. 

Persistindo dúvidas ou negativa do oficial, o interessado poderá submeter a questão ao juízo competente.

CNJ estabelece regras para busca e apreensão extrajudicial de bens móveis.

Implicações práticas para os advogados

Para os advogados que representam instituições financeiras e empresas de crédito, o provimento representa uma via mais célere e menos onerosa para a retomada de bens móveis. 

O procedimento reduz a dependência do Judiciário, desafoga as varas cíveis e fortalece a segurança jurídica nos contratos de alienação fiduciária.

Já os advogados que atuam na defesa de devedores devem estar atentos aos prazos e à regularidade das notificações, uma vez que o procedimento poderá ocorrer sem citação judicial. 

A análise da legalidade formal da notificação e do inadimplemento será fundamental para eventuais contestações ou pedidos de revisão judicial.

Possibilidade de uso da força policial permanece condicionada ao Judiciário

Embora o procedimento seja extrajudicial, a entrada forçada em domicílio ainda depende de autorização judicial, conforme entendimento consolidado no STF. 

O próprio CNJ destaca que o provimento não altera esse requisito, o que preserva a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio.

Enfrente os desafios da busca e apreensão extrajudicial com precisão, inteligência e tecnologia jurídica

A regulamentação da busca e apreensão extrajudicial de bens móveis pelo Provimento n.º 196/2025 do CNJ inaugura uma nova etapa na execução de garantias fiduciárias. 

Para os advogados, tanto na atuação em favor dos credores quanto na defesa de devedores, será essencial acompanhar a aplicação prática do provimento, interpretar seus limites e zelar pelo cumprimento rigoroso das formalidades legais. 

O procedimento pode representar maior agilidade para os credores, mas também exige atenção redobrada quanto à legalidade e constitucionalidade das medidas adotadas. Diante das mudanças trazidas pelo Provimento n.º 196/2025, contar com o suporte de tecnologias jurídicas como a Jurídico AI pode ser decisivo. 

A plataforma combina inteligência artificial treinada em direito brasileiro com acesso a jurisprudências reais, auxiliando na elaboração de peças processuais, bem fundamentadas e adaptadas ao novo cenário normativo. 

Seja na defesa do devedor ou na atuação em favor do credor, a Jurídico AI oferece ganho de tempo, segurança jurídica e assertividade estratégica para quem atua com busca e apreensão extrajudicial.

Teste Grátis a Inteligência Artificial para Advogados!

Ganhe tempo, aumente sua precisão e atue com mais segurança no novo cenário da busca e apreensão extrajudicial.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

O que regulamenta o Provimento n.º 196/2025 do CNJ?

O Provimento n.º 196/2025 regulamenta os procedimentos para busca e apreensão extrajudicial de bens móveis em contratos com cláusula de alienação fiduciária. 

A norma estabelece os requisitos e procedimentos que devem ser seguidos pelos cartórios de Registro de Títulos e Documentos (RTD) para permitir que credores fiduciários recuperem bens sem necessidade de intervenção judicial direta.

Quais são os requisitos básicos para iniciar o procedimento extrajudicial?

Para iniciar o procedimento, o credor fiduciário deve comprovar três elementos essenciais: 

– O inadimplemento contratual do devedor; 
– A existência de cláusula de alienação fiduciária devidamente registrada, e 
– A regular notificação do devedor realizada através do RTD. 

Além disso, o pedido deve ser apresentado ao cartório do domicílio do devedor ou do local onde estiver situado o bem.

Quais documentos são obrigatórios para instruir o pedido?

O pedido deve ser instruído com: 

– Contrato com cláusula de alienação fiduciária registrado no RTD; 
– Prova do inadimplemento contratual; 
– Comprovação da notificação extrajudicial do devedor via RTD; 
– Indicação precisa do bem móvel com elementos de identificação e localização; 
– Declaração expressa do credor de que não há processo judicial em curso com o mesmo objeto; 
– Recolhimento dos emolumentos; e 
– Envio dos documentos por meio eletrônico conforme sistemas autorizados pelo CNJ.

Qual é o papel dos cartórios no procedimento?

O cartório de Registro de Títulos e Documentos (RTD) é responsável por processar o procedimento, verificar se o pedido está devidamente instruído com toda a documentação exigida e lavrar o termo correspondente quando todos os requisitos legais e formais forem atendidos. 

O oficial do RTD pode fazer exigências em caso de irregularidades na documentação e até indeferir o procedimento se não forem sanadas.

Como o provimento impacta os advogados que representam credores?

Para advogados que representam instituições financeiras e empresas de crédito, o provimento oferece uma via mais célere e menos onerosa para a retomada de bens móveis. 

O procedimento reduz a dependência do Judiciário, desafoga as varas cíveis e fortalece a segurança jurídica nos contratos de alienação fiduciária, proporcionando maior agilidade na recuperação de créditos.

Quais cuidados devem ter os advogados que defendem devedores?

Os advogados que atuam na defesa de devedores devem estar especialmente atentos aos prazos e à regularidade das notificações, já que o procedimento pode ocorrer sem citação judicial. 

É fundamental analisar a legalidade formal da notificação e do inadimplemento para eventuais contestações ou pedidos de revisão judicial, uma vez que o procedimento extrajudicial pode ser mais rápido.

É possível usar força policial no procedimento extrajudicial?

Não diretamente. Embora o procedimento seja extrajudicial, a entrada forçada em domicílio ainda depende de autorização judicial, conforme entendimento consolidado no STF. O próprio CNJ destaca que o provimento não altera esse requisito constitucional.
 
O termo lavrado pelo cartório pode ser usado para embasar eventual pedido judicial de ingresso forçado ou apoio de força policial, mas sempre mediante autorização judicial.

Onde deve ser apresentado o pedido de busca e apreensão extrajudicial?

O pedido deve ser apresentado ao cartório de Registro de Títulos e Documentos (RTD) do domicílio do devedor ou do local onde estiver situado o bem móvel.

Esta regra permite flexibilidade na escolha do cartório competente, facilitando o acesso ao procedimento por parte dos credores.

Quais são as principais vantagens e limitações do novo procedimento?

Vantagens: maior celeridade na execução de garantias, redução da dependência do Judiciário, menor onerosidade para credores, e fortalecimento da segurança jurídica em contratos fiduciários. 

Limitações: ainda há necessidade de autorização judicial para entrada forçada em domicílio, exigência rigorosa de documentação completa, possibilidade de contestação judicial posterior, e necessidade de notificação prévia regular através do RTD. O procedimento mantém as garantias constitucionais enquanto oferece mais agilidade aos credores.

Carlos Moura Carlos Moura 06/06/2025

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 Recurso de apelação: como identificar os pontos que precisam ser impugnados? 09/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Lei 9.099/95: como atuar nos Juizados Especiais 09/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Estatuto do Idoso: direitos e medidas para defender seu cliente 09/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Art. 231 do CPC: quando começa o prazo nas citações e intimações 07/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Art. 85 do CPC: entenda os honorários de sucumbência! 07/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Art. 487 do CPC: o que analisar na decisão de mérito? 07/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Art. 784 do CPC: o que conferir antes de executar uma dívida? 07/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Juntada de petição: como analisar o processo e preparar a manifestação 07/10/26 → Ler artigo
  9. 9 Acordos judiciais: cláusulas essenciais para prevenir novos conflitos 07/10/26 → Ler artigo
  10. 10 38 anos da Constituição Federal: uma história de democracia e direitos 05/10/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Art. 157 do CP: roubo majorado, latrocínio e teses de defesa 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Alegações finais no CPP: prazos e como elaborar 01/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Cárcere privado: requisitos, penas e atuação do advogado 30/09/26 → Ler artigo
  5. 5 Legítima defesa: requisitos, excesso e atuação do advogado 29/09/26 → Ler artigo
  6. 6 Réu primário: o que significa e como afeta o processo penal? 21/09/26 → Ler artigo
  7. 7 Dosimetria da pena: como calcular as três fases e evitar erros 21/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Lei nº 7.492/1986: Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional 14/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Contagem de Prazo no CPP: Como funciona? 09/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Direito Penal: 5 modelos essenciais para atuação 02/09/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 Penhora de salário: STJ admite medida para pagar dívidas não alimentares 02/10/26 → Ler artigo
  2. 2 STJ aprova novas custas judiciais: veja valores para 2027 26/09/26 → Ler artigo
  3. 3 Lula assina MP que proíbe bets: veja os prazos e como recuperar o dinheiro 26/09/26 → Ler artigo
  4. 4 Anac atualiza regras para atraso e cancelamento de voos 24/09/26 → Ler artigo
  5. 5 STF equipara licença-maternidade de mães biológicas e adotivas: o que muda? 24/09/26 → Ler artigo
  6. 6 TST define quando trabalhador pode perder direito de cobrar dívida trabalhista 23/09/26 → Ler artigo
  7. 7 CNJ adia para 2027 novas regras para acelerar execuções judiciais 22/09/26 → Ler artigo
  8. 8 STJ define critérios para devolução em dobro de cobrança indevida [Tema 929] 17/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Anuidade da OAB pode ser limitada a R$ 250? Entenda o projeto 17/09/26 → Ler artigo
  10. 10 TST autoriza pagamento de custas sem ser no Banco do Brasil e na Caixa 17/09/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 Engenharia de prompt para advogados: o método PACEF para a IA trabalhar a seu favor 08/10/26 → Ler artigo
  2. 2 O que significa processo concluso para julgamento? 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Como preparar o cliente para audiência: orientações para advogados 06/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Gestão financeira para advogados: como organizar o escritório 06/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica 05/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Jurídico Academy: aulas ao vivo sobre IA para advogados e escritórios 02/10/26 → Ler artigo
  7. 7 CNPJ técnico para advogados: quem precisa e o que muda em 2027 01/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Como dividir as tarefas em um escritório de advocacia 30/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Tipografia jurídica: como criar petições claras e bem organizadas 29/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Escritório inteligente: o que é e como funciona na advocacia 27/09/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Capa sobre jurisprudência com ChatGPT, com notebook exibindo resultados de pesquisa e documento judicial com símbolo de verificação.
    Blog do Produto - IA para advogados

    Jurisprudência com ChatGPT: como pesquisar e evitar decisões inventadas?

    Aprenda a usar o ChatGPT como apoio na pesquisa de jurisprudência, com comandos para organizar a busca, explorar teses e comparar tribunais. Veja também o que conferir antes de citar uma decisão na peça e como a Jurídico AI pode ajudar nesse trabalho.

    → Ler artigo
    13 out, 2026
  • Capa sobre automação jurídica, com notebook exibindo agenda e tarefas, celular com áudio e pasta de documentos.
    Direito Digital

    Automação jurídica: como automatizar tarefas no escritório

    Conheça formas de automatizar tarefas no escritório, do atendimento ao monitoramento de processos. Veja como agendas compartilhadas, softwares de gestão e recursos da Jurídico AI podem ajudar a reduzir o trabalho manual.

    → Ler artigo
    9 out, 2026
  • Capa sobre recurso de apelação, com documento e tablet exibindo trechos destacados em roxo para análise da sentença.
    Direito Civil

    Recurso de apelação: como identificar os pontos que precisam ser impugnados?

    Veja como analisar os fundamentos da sentença, relacionar as provas aos argumentos e organizar os pedidos da apelação. Conheça também como a Jurídico AI pode apoiar a análise e a elaboração do recurso.

    → Ler artigo
    9 out, 2026
  • Capa sobre a Lei 9.099/95 e a atuação nos Juizados Especiais, com mãos revisando um documento, caderno e caneta.
    Direito Civil

    Lei 9.099/95: como atuar nos Juizados Especiais

    Vai ajuizar, defender ou recorrer nos Juizados Especiais? Confira as regras da Lei 9.099/95 e use a Jurídico AI para relacionar documentos aos argumentos e elaborar a peça que seu caso exige.

    → Ler artigo
    9 out, 2026
  • Capa sobre o Estatuto do Idoso, com advogado orientando uma mulher idosa e analisando um documento.
    Direito Civil

    Estatuto do Idoso: direitos e medidas para defender seu cliente

    Seu cliente enfrenta descontos não reconhecidos, negativa de tratamento ou BPC indeferido? Veja o que analisar à luz do Estatuto do Idoso e conte com a Jurídico AI para trabalhar os fundamentos e elaborar a peça adequada ao caso.

    → Ler artigo
    9 out, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 13 out, 2026
    Modelo de Carta de Convocação para Retorno ao Trabalho

    Modelo de Carta de Convocação para Retorno ao Trabalho

    Acesse um modelo de carta de convocação para retorno ao trabalho. Veja também como a Jurídico AI pode apoiar a elaboração e a revisão do documento conforme o caso.

    → Ler artigo
  • 12 out, 2026
    Modelo de Carta de Cancelamento de Pedido de Demissão

    Modelo de Carta de Cancelamento de Pedido de Demissão

    Modelo de Carta de Cancelamento de Pedido de Demissão para solicitar a reconsideração da rescisão contratual perante o empregador, com base no art. 489 da CLT.

    → Ler artigo
  • 11 out, 2026
    Modelo de Aviso Prévio de Empregada Doméstica

    Modelo de Aviso Prévio de Empregada Doméstica

    Modelo de Aviso Prévio de Empregada Doméstica para formalizar a rescisão contratual sem justa causa, com regras de cumprimento, proporcionalidade e quitação rescisória.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto