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STJ passa a exigir resumo estruturado em petições: Entenda o novo Art. 343-A do RISTJ

Carlos Moura Carlos Moura 24/07/2026 5 minutos
O STJ tornou obrigatório o resumo estruturado em petições iniciais e recursos com o novo Art. 343-A do RISTJ. Saiba o que muda para a advocacia e como a Jurídico AI já gera automaticamente esse conteúdo para peças destinadas ao Tribunal.
STJ passa a exigir resumo estruturado em petições: Entenda o novo Art. 343-A do RISTJ

O Superior Tribunal de Justiça alterou seu regimento interno para tornar obrigatória a apresentação de um resumo estruturado em todas as petições iniciais de ações originárias e nos recursos dirigidos à Corte. 

A mudança está prevista no novo Art. 343-A do RISTJ, incluído pela Emenda Regimental 53/2026, editada em 30 de junho e em vigor desde 1º de julho de 2026.

A boa notícia é que a Jurídico AI já está preparada para essa exigência: a plataforma já gera automaticamente o resumo exigido pelo Art. 343-A nas principais peças destinadas ao STJ, incluindo Recurso Especial (REsp), Agravo em Recurso Especial (AREsp), Agravo Interno e demais recursos dirigidos ao Tribunal. 

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O que diz a nova regra do art. 343-A do RISTJ?

Art. 343-A do RISTJ. Nos termos de ato regulamentar da Presidência, todas as iniciais de ações originárias e as petições de recurso dirigidas ao Superior Tribunal de Justiça deverão conter resumo dos fundamentos de fato e de direito, dos pedidos formulados, do teor das eventuais decisões impugnadas e dos dispositivos legais invocados pelo autor ou pelo recorrente, conforme o caso. 

Dessa forma, o resumo deverá acompanhar a peça e conter, nos termos de ato regulamentador ainda a ser editado pela Presidência do STJ:

  • os fundamentos de fato e de direito da demanda;
  • os pedidos formulados;
  • o teor das eventuais decisões impugnadas;
  • os dispositivos legais invocados pelo autor ou pelo recorrente, conforme o caso.

A exigência alcança tanto quem ingressa com ação originária perante o Tribunal quanto quem interpõe recurso especial, agravo ou qualquer outra peça recursal contra decisão de instância inferior ou da própria Presidência do STJ.

Por que a mudança e o que ainda falta regulamentar?

A justificativa oficial é a necessidade de aprimorar a triagem processual e a gestão do acervo da Corte, que recebeu mais de 260 mil processos apenas no primeiro semestre de 2026. 

O resumo padronizado deve ajudar não só os ministros e assessores na análise inicial das peças, mas também ferramentas de inteligência artificial já usadas internamente pelo Tribunal para leitura de petições e triagem de recursos.

Um ponto de atenção: embora a exigência já esteja formalmente em vigor, seus critérios operacionais ainda dependem do ato regulamentar da Presidência, que até o momento não foi editado. 

Isso significa que a obrigação existe, mas sem parâmetros definitivos de cumprimento e, embora o regimento não preveja expressamente uma sanção para quem não apresentar o resumo, a orientação é não esperar pela regulamentação e já incluir o resumo em toda peça, dado o histórico de rigor do STJ na admissibilidade recursal.

Vale lembrar que a mesma Emenda Regimental 53/2026 trouxe outras mudanças ao STJ, como ajustes na distribuição de competências entre seções e turmas e novas regras para o julgamento de recursos repetitivos e virtuais, mas é o resumo obrigatório que impacta diretamente a rotina de quem protocola petições no Tribunal.

O que muda na prática para advogados?

Com a nova exigência, a advocacia precisa incorporar ao seu fluxo de trabalho a elaboração desse resumo em toda peça destinada ao STJ, mais uma etapa formal a cumprir, além da fundamentação já existente na petição. 

O risco de esquecimento ou de um resumo mal estruturado é real, especialmente para escritórios com alto volume de recursos especiais e agravos, e a ausência de regulamentação definitiva só reforça a importância de já adotar o resumo por precaução.

É justamente nesse ponto que a tecnologia pode ajudar o trabalho manual da advocacia: ferramentas que já automatizam a elaboração de peças para o STJ podem incorporar o resumo exigido pelo Art. 343-A diretamente na geração do documento, eliminando o risco de esquecimento. É o caso da Jurídico AI.

Resumo obrigatório do STJ? A Jurídico AI já automatizou isso 

Assim que a mudança regimental foi publicada, a Jurídico AI atualizou sua plataforma para já gerar automaticamente o resumo exigido pelo Art. 343-A do RISTJ

Ao elaborar qualquer uma das peças destinadas ao STJ na Jurídico AI, o advogado já recebe o documento com o resumo estruturado, contemplando fundamentos de fato e de direito, pedidos, teor da decisão impugnada e dispositivos legais invocados, pronto para protocolo.

Na prática, isso significa que quem já usa a Jurídico AI para produzir suas peças ao STJ não precisa adaptar seu fluxo à nova exigência regimental nem se preocupar com o risco de inadmissão por ausência do resumo.

Ou seja, a atualização já está incorporada à geração automática dos documentos, garantindo conformidade com o Art. 343-A do RISTJ desde o primeiro protocolo após a entrada em vigor da norma.

Já para quem ainda não incorporou essa exigência ao dia a dia, vale a reflexão: adaptar o fluxo de trabalho agora, com uma ferramenta que já resolve isso automaticamente, pode ser a opção mais vantajosa e produtiva. . A Jurídico AI já oferece esse caminho.

Comece a usar a Jurídico AI hoje mesmo e tenha a tranquilidade de estar em conformidade com o Art. 343-A do RISTJ em todas as suas petições ao STJ. Teste grátis!

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Carlos Moura Carlos Moura 24/07/2026

FAQ

O que é a Jurídico AI e quem está por trás?

A Jurídico AI é uma plataforma de inteligência artificial para o contencioso trabalhista de médias e grandes empresas. A plataforma lê os processos da empresa, extrai dados estruturados e entrega dossiês de defesa, preparação de audiências e relatórios de passivo em tempo real, para que o departamento jurídico tenha visibilidade e controle sem depender de consolidação manual. Fundada em 2023 por Cesar Orlando (CEO), Marco Barcelos (CTO) e Pedro Tibau, advogado, a empresa reúne experiência em tecnologia e no mercado jurídico brasileiro. A plataforma está em operação desde janeiro de 2024, com investidores estratégicos e infraestrutura certificada Google Cloud Platform.

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