Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Notícias sobre Direito

4 erros comuns que os advogados cometem em suas redes sociais

Larissa Santos Teles Larissa Santos Teles 14/08/2024 11 minutos
O marketing jurídico é extremamente importante na atualidade, visto que ele representa uma ótima maneira de o advogado consolidar sua marca na internet e captar novos clientes. Mas é claro que para conseguir consolidar um perfil influente nas redes sociais, existem alguns pontos que devem ser seguidos. Por isso, a equipe da Jurídico AI decidiu […]
4 erros comuns que os advogados cometem em suas redes sociais

O marketing jurídico é extremamente importante na atualidade, visto que ele representa uma ótima maneira de o advogado consolidar sua marca na internet e captar novos clientes.

Mas é claro que para conseguir consolidar um perfil influente nas redes sociais, existem alguns pontos que devem ser seguidos.

Por isso, a equipe da Jurídico AI decidiu montar essa lista com os 4 erros mais comuns cometidos pelos advogados em suas redes sociais e como evitá-los.

O marketing jurídico no contexto atual

Ao longo dos últimos anos, tem sido cada vez mais comum ver advogados e escritórios de advocacia se aventurando pelo mundo das redes sociais. 

Isso porque as redes possuem um gigantesco potencial de aproximação entre pessoas e serviços, o que permite uma comunicação muito mais humana e profunda entre profissionais e clientes.

Essa revolução digital levou a criação de um novo cenário para o marketing jurídico, que agora deve se preocupar, muito mais, com o relacionamento dos advogados com o público. 

A postagem de conteúdos, agora, é protagonista dentro do marketing de serviços jurídicos. Vídeos, textos e fotos que podem ser compartilhados por toda a web são apenas exemplos do que as redes sociais possibilitam. 

No entanto, nem sempre a criação e postagem de conteúdos acontece de maneira adequada às necessidades dos potenciais clientes, fato que pode, inclusive, mais atrapalhar do que ajudar as estratégias de marketing dos serviços.

Advogada explicando ao colega sobre marketing jurídico

1.Não postar de maneira constante

Um dos maiores erros que um advogado pode cometer na internet é utilizar as redes sociais como ferramentas secundárias. Isso porque, atualmente, elas são a principal forma de contato entre um profissional e o seu público.

Muitas pessoas, após descobrirem um serviço no Google (ou por indicação), recorrem diretamente aos perfis dos advogados ou dos escritórios de advocacia nas mídias sociais para conhecerem melhor o serviço jurídico.

Dessa forma, quanto mais completa for a página do advogado ou do escritório, maiores serão as chances de aumentar a confiabilidade dos potenciais clientes no trabalho do profissional.

Utilizar redes sociais de maneira subsidiária, portanto, significa a perda de oportunidades. 

É extremamente importante que o advogado demonstre que a sua página está “viva” e que está preocupado em nutrir o público com conteúdo. 

Afinal de contas, um perfil “abandonado” pode dizer muito sobre a qualidade dos serviços do profissional. Se é para não utilizar a página, é melhor não tê-la. 

No entanto, manter a página ativa não quer dizer que o advogado tenha que interagir com os clientes de maneira extremamente frequente, isto é, postando conteúdos de modo desenfreado. 

O importante, na realidade, é que haja constância na rotina de interações com a página, nutrindo o perfil por meio de uma rotina racional e priorizando a qualidade dos conteúdos a serem produzidos. 

Confira nosso artigo sobre Prazo para Contrarrazões

Qualidade vs. quantidade

Um perfil numa rede social funciona melhor do que um cartão de visitas ou, até mesmo, do que um site profissional. Isso porque, nele, há uma chance infinitas vezes superior de interação do público com o advogado. 

Por ser um dos meios mais valiosos para a conquista de clientes, ele deve ser nutrido com o suprassumo do conteúdo que o profissional produz. 

Isso porque de nada adianta fazer postagens várias vezes ao dia ou em todos os dias da semana se o conteúdo não possuir boa qualidade. 

Conteúdos ruins podem fazer com que o seu perfil fique confuso e com que você não consiga demonstrar, de fato, a competência dos seus serviços jurídicos. 

O foco, portanto, deve ser na qualidade e não na quantidade. 

No entanto, isso não significa que você não tenha que fazer postagens constantemente. O ideal é que você estabeleça uma rotina planejada de produção de bons conteúdos e de realização de postagens. 

Constância vs. frequência

A constância de postagens é absolutamente diferente da frequência de postagens.

A primeira exige planejamento e continuidade na rotina de produção de posts, enquanto a segunda se preocupa apenas com a quantidade de conteúdos a serem postados em determinado lapso temporal. 

Estudos do mundo todo afirmam que a constância é infinitas vezes mais relevante do que a frequência por si só.

É imprescindível que o advogado desenvolva um planejamento racional para a produção de bons conteúdos para as redes sociais, objetivando nutrir constantemente o seu público (em particular, os seguidores).

Assim, os visitantes perceberão não só que a página é “viva”, com interações constantes, mas notarão, também, que o conteúdo é de boa qualidade, aumentando o grau de confiabilidade nos serviços jurídicos do profissional. 

2.Postar conteúdo que não interessa a quem não é do Direito

No tópico acima, falamos um pouco sobre a importância do conteúdo de boa qualidade para a conquista de clientes por meio de mídias sociais.

No entanto, talvez a maior dificuldade dos advogados seja saber o que é um bom conteúdo para o público. Essa dúvida, infelizmente, faz com que muitos profissionais cometam erros na hora de produzir postagens.

Um dos maiores erros cometidos durante a criação de posts para as redes sociais é produzir textos ou divulgar informações que não tenham nenhum valor aparente para o público (em geral), sendo interessantes apenas a outros profissionais do mundo jurídico.

Essa, aliás, é uma dificuldade que não se encontra apenas na produção de conteúdos para redes sociais, mas em todas as áreas do universo do Direito.

Advogados e juristas, no geral, têm o hábito de criar conteúdos (sobretudo escritos) úteis apenas aos seus pares, criando uma barreira entre a realidade jurídica e a realidade comum. 

Essa é, aliás, uma das maiores razões da dificuldade que muitos profissionais do ramo possuem na elaboração de estratégias de marketing e na hora de conquistar clientes.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Como criar conteúdo interessante ao meu público?

Para criar um conteúdo interessante ao seu público alvo é preciso que você entenda, primeiramente, que a maioria das pessoas não tem nenhum nível de conhecimento jurídico. 

Elas normalmente desconhecem a linguagem utilizada, as normas e, sobretudo, as teorias e os conceitos específicos. 

Querer se comunicar bem com um público que não entende o que você fala exige muito empenho do profissional em simplificar, ao máximo, as informações, de modo que se tornem compreensíveis.

Isso porque uma pessoa só procura um escritório de advocacia para resolver um problema. Se você não a fizer compreender que possui a solução para a questão, provavelmente ela não atribuirá aos seus serviços o valor que eles realmente possuem. 

Por exemplo:

Imagine que você recebeu um cliente taxista que, parado em um sinal de trânsito, teve seu carro atingido por uma van que estava andando muito acima do limite permitido, culminando na perda total de seu táxi.

Mesmo possuindo seguro, o cliente gostaria de ser ressarcido pelo tempo em que não pôde trabalhar em virtude da perda do veículo, um típico caso de lucros cessantes. 

Se você tivesse que elaborar conteúdo para um cliente como esse, o que você acha que chamaria mais atenção: dissertar sobre a Teoria do dano material e sobre a modalidade de lucros cessantes ou, apenas, explicar de maneira simples que ele teria direito à indenização de acordo com o que, razoavelmente, deixou de lucrar? 

Deixar o conhecimento e o linguajar jurídicos específicos um pouco de lado e priorizar a descrição da solução que os seus serviços oferecem é a melhor dica.

Reserve seu conhecimento teórico para colóquios, palestras, pesquisas e para o momento em que você estiver resolvendo o caso. Para a comunicação com clientes, você deve demonstrar as soluções práticas. 

Além disso, não esqueça que as postagens têm limites de letras! Utilize-as com clareza e objetividade, explicando como você pode ajudar o seu potencial cliente. 

3.O uso de juridiquês

Mais uma vez, esse é um tópico que se relaciona com a qualidade dos conteúdos a serem postados em mídias sociais. 

Além de você ter que se comunicar com o cliente a partir de uma linguagem que ele possa compreender, é fundamental que você crie seus conteúdos com palavras e expressões que ele conheça. 

Isso pode parecer um pouco redundante, mas há uma diferença muito grande. 

Uma coisa é você ser direto e explicar a solução de forma prática ao seu cliente, outra coisa é você garantir que ele realmente entenda tudo que você está dizendo.

No Direito, o uso das palavras e expressões pode gerar uma verdadeira segregação entre os “profissionais e leigos”.

Isso porque é muito comum observarmos profissionais do Direito utilizando uma linguagem absolutamente formal nos perfis de seus serviços nas redes sociais, o que é um erro!

É indispensável que você se aproxime ao máximo da realidade e da dor do seu cliente.

A menos que você seja um advogado que preste serviços a linguistas ou a outros advogados, o uso da linguagem absolutamente formal só afastará você de seu público.

4.Não entender a persona de seus serviços jurídicos

Esse talvez seja o principal erro do advogado em suas mídias sociais.

A persona nada mais é do que o cliente ideal dos serviços jurídicos de um profissional. Trata-se do cliente que possui o problema que o advogado possui maior expertise para resolver.

É preciso entendê-la ao máximo antes de iniciar qualquer estratégia de marketing jurídico, uma vez que qualquer tática utilizada será baseada em suas características (sobretudo dados demográficos e comportamentais).

Dessa maneira, qualquer postagem realizada em redes sociais deverá estar focada no cliente ideal de seus serviços jurídicos. É ele que você deseja atrair e é nele que você deve direcionar os seus esforços. 

Não entender a persona pode ser um verdadeiro pesadelo para a atuação dos advogados nas mídias sociais. 

Isso porque, sem um cliente ideal muito bem definido, o profissional não saberá com quem ele está falando e, consequentemente, não saberá, ao certo, o que falar. 

Sem uma persona definida, o advogado estará perdido em suas estratégias de conquista de clientes. 

Para exemplificar:

Imagine só que um advogado deseja atrair clientes para o que faz de melhor: ação de alimentos, dentre outras questões do Direito de Família.

Seria útil (ou mesmo lógico) a ele produzir conteúdos sobre Direito Administrativo, sendo que nunca quis atuar na área? Certamente, não.

Se a persona do advogado é um indivíduo com questões relacionadas ao Direito de Família, é nela que o profissional deve focar na hora de produzir posts para redes sociais. 

Quanto mais coerente e direcionada for a atuação de um escritório de advocacia em suas mídias sociais, maiores são as chances do profissional obter sucesso.

Com coerência e foco, o advogado conseguirá consolidar a mensagem que deseja transmitir ao público, aumentando o nível de confiança na competência de seus serviços jurídicos. 

Dica: não confunda o seu público (e não se confunda). Dê aos seus clientes a solução para os problemas que eles precisam resolver.

Afinal, lotar a timeline de seus seguidores com conteúdos que não interessam a eles em nada contribuirá para o seu sucesso. 

Persona: encontre os melhores clientes para o seu escritório de advocacia

Esses são apenas alguns erros, mas existem muitos

Infelizmente, a maior parte dos advogados ainda não elaboram boas estratégias de marketing para as suas redes sociais, sobretudo devido à falta de informação.

Isso faz com que muitos profissionais não consigam atingir o sucesso que poderiam conquistar se estruturassem as suas táticas de marketing digital conforme a realidade da internet e das mídias digitais. 

Por isso, um conselho que damos é que é sempre bom o advogado procurar a ajuda de um profissional especializado em marketing, a fim de que sejam encontrados os melhores caminhos para a sua atuação. 

Se você quiser saber mais sobre marketing jurídico e como aplicar sua pesquisa de palavras-chave, leia nosso artigo:

10 dicas de marketing para advogados

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos
Larissa Santos Teles Larissa Santos Teles 14/08/2024

FAQ

O que é a Jurídico AI e quem está por trás?

A Jurídico AI é uma plataforma de inteligência artificial para o contencioso trabalhista de médias e grandes empresas. A plataforma lê os processos da empresa, extrai dados estruturados e entrega dossiês de defesa, preparação de audiências e relatórios de passivo em tempo real, para que o departamento jurídico tenha visibilidade e controle sem depender de consolidação manual. Fundada em 2023 por Cesar Orlando (CEO), Marco Barcelos (CTO) e Pedro Tibau, advogado, a empresa reúne experiência em tecnologia e no mercado jurídico brasileiro. A plataforma está em operação desde janeiro de 2024, com investidores estratégicos e infraestrutura certificada Google Cloud Platform.

Quanto tempo leva para a equipe estar operando?

Quem vai usar a plataforma precisa de treinamento?

Com quais sistemas de RH existe integração?

Quais as vantagens de usar a Jurídico AI?

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 Apresentação de memoriais: o que significa e qual o prazo? 26/08/26 → Ler artigo
  2. 2 7 erros comuns ao usar jurisprudência e como evitá-los 25/08/26 → Ler artigo
  3. 3 Execução e cumprimento de sentença: qual a diferença? 25/08/26 → Ler artigo
  4. 4 Como rescindir um contrato? 22/08/26 → Ler artigo
  5. 5 Multa contratual pode ser abusiva? 22/08/26 → Ler artigo
  6. 6 Quando o direito de arrependimento não se aplica? 21/08/26 → Ler artigo
  7. 7 Como antecipar na petição inicial possíveis pontos da contestação 21/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Fraude bancária: entenda como funciona, principais golpes e como se proteger 19/08/26 → Ler artigo
  9. 9 Modelo de contrato de financiamento imobiliário [cláusulas essenciais] 19/08/26 → Ler artigo
  10. 10 Qual a diferença entre calúnia, difamação e injúria? 19/08/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Individualização da pena: como funciona e quais critérios devem ser analisados 26/08/26 → Ler artigo
  2. 2 Apresentação de memoriais: o que significa e qual o prazo? 26/08/26 → Ler artigo
  3. 3 Crime de Prevaricação no Código Penal: Tipos e Pena 23/08/26 → Ler artigo
  4. 4 Superlotação de presídios autoriza a progressão antecipada de regime? 13/08/26 → Ler artigo
  5. 5 Como calcular a progressão de regime? Veja os percentuais e a data-base 13/08/26 → Ler artigo
  6. 6 Progressão de Regime: Entenda os requisitos e como funciona 10/08/26 → Ler artigo
  7. 7 Quando o “olheiro” responde por tráfico de drogas? Entenda a decisão do STJ  04/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Queixa-Crime: O Guia Definitivo para Potencializar sua Atuação Penal 28/07/26 → Ler artigo
  9. 9 Injúria: Definição legal, consequências e atuação jurídica 20/05/26 → Ler artigo
  10. 10 Lei 15.397/2026: Mudanças no Código Penal 06/05/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 STJ cria dois circuitos para o filtro de relevância; entenda como funcionarão 25/08/26 → Ler artigo
  2. 2 STF valida restrição à recuperação judicial de devedor contumaz 25/08/26 → Ler artigo
  3. 3 CNJ muda regra do ITCMD no inventário extrajudicial: Entenda 20/08/26 → Ler artigo
  4. 4 STF amplia medidas protetivas da Lei Maria da Penha para casos sem vínculo doméstico 20/08/26 → Ler artigo
  5. 5 STF proíbe alíquota maior de IPTU com base na área do imóvel 18/08/26 → Ler artigo
  6. 6 STJ: envio de pornografia sem consentimento pode configurar importunação sexual 17/08/26 → Ler artigo
  7. 7 Casas Bahia: Entenda o pedido de recuperação judicial 17/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Candidato inelegível pode registrar candidatura? Entenda o caso Pablo Marçal 17/08/26 → Ler artigo
  9. 9 OAB pede veto ao projeto que aumenta as custas na Justiça Federal 14/08/26 → Ler artigo
  10. 10 STJ fixa limites ao testemunho indireto na decisão de pronúncia 13/08/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 O print certo, no lugar errado, não convence ninguém: Onde e como posicionar provas em peças processuais? 25/08/26 → Ler artigo
  2. 2 IA evoluindo rápido e honorários pressionados: qual é o segredo para o sucesso financeiro num mundo que tenta ser “AI-first”? 25/08/26 → Ler artigo
  3. 3 Como deve ser monitoramento de processos num mundo com IA? 25/08/26 → Ler artigo
  4. 4 Despesas processuais: o que são, quais são e quem paga? 24/08/26 → Ler artigo
  5. 5 Preso pode votar? Entenda o que diz a lei! 23/08/26 → Ler artigo
  6. 6 Quando vale a pena recorrer de uma sentença? Entenda! 21/08/26 → Ler artigo
  7. 7 5 livros que todo advogado deveria ler 20/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Quanto tempo tenho para entrar com uma ação na Justiça? Entenda os prazos 20/08/26 → Ler artigo
  9. 9 Como saber se fui citado em um processo? 18/08/26 → Ler artigo
  10. 10 Qual a diferença entre jurisprudência e súmula? 18/08/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Entenda o que é sobrepartilha de bens, quando ela é necessária, como funciona, qual o rito, o valor da causa e o prazo para requerê-la.
    Direito de Família

    Sobrepartilha de bens: entenda como funciona e quando fazer

    Entenda o que é sobrepartilha de bens, quando ela é necessária, como funciona, qual o rito, o valor da causa e o prazo para requerê-la.

    → Ler artigo
    26 ago, 2026
  • Individualização da pena: como funciona e quais critérios devem ser analisados
    Direito Penal

    Individualização da pena: como funciona e quais critérios devem ser analisados

    A individualização da pena orienta a definição da sanção no caso concreto. Entenda suas etapas, a relação com a dosimetria e quais critérios exigem atenção na análise da pena.

    → Ler artigo
    26 ago, 2026
  • Apresentação de memoriais e prazo para o advogado
    Direito Civil

    Apresentação de memoriais: o que significa e qual o prazo?

    A apresentação de memoriais pode ocorrer em diferentes momentos do processo e não possui um prazo único. Entenda o conceito, quando são utilizados e quais cuidados observar.

    → Ler artigo
    26 ago, 2026
  • A empresa pode demitir durante as férias? Entenda as regras sobre dispensa, aviso-prévio, retorno ao trabalho e estabilidade após o período de descanso.
    Direito Trabalhista

    A empresa pode demitir durante as férias?

    A empresa pode demitir durante as férias? Entenda as regras sobre dispensa, aviso-prévio, retorno ao trabalho e estabilidade após o período de descanso.

    → Ler artigo
    25 ago, 2026
  • STJ cria dois circuitos para o filtro de relevância dos recursos especiais
    Notícias sobre Direito

    STJ cria dois circuitos para o filtro de relevância; entenda como funcionarão

    O STJ criou dois circuitos para o filtro de relevância: um destinado à solução do caso concreto e outro voltado à formação de teses jurídicas.

    → Ler artigo
    25 ago, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 26 ago, 2026
    Entenda como funciona a sobrepartilha extrajudicial e confira um modelo de escritura pública para regularizar bens descobertos após a partilha.

    Modelo de Sobrepartilha de Bens Extrajudicial [atualizado]

    Entenda como funciona a sobrepartilha extrajudicial e confira um modelo de escritura pública para regularizar bens descobertos após a partilha.

    → Ler artigo
  • 26 ago, 2026
    Confira um modelo de sobrepartilha judicial completo e editável, com fundamentação jurídica, legislação aplicável e estrutura para adaptar a petição ao caso concreto.

    Modelo de Sobrepartilha Judicial: veja como elaborar a petição

    Confira um modelo de sobrepartilha judicial completo e editável, com fundamentação jurídica, legislação aplicável e estrutura para adaptar a petição ao caso concreto.

    → Ler artigo
  • 25 ago, 2026
    Confira um modelo de Pedido de Desbloqueio de Valores Salariais para casos em que a constrição judicial atinge verba de natureza alimentar, com fundamentos no CPC e jurisprudência aplicável.

    Modelo de Pedido de Desbloqueio de Valores Salariais 2026

    Confira um modelo de Pedido de Desbloqueio de Valores Salariais para casos em que a constrição judicial atinge verba de natureza alimentar, com fundamentos no CPC e jurisprudência aplicável.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto