Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Direito Digital

Marco Civil da Internet: princípios e aplicações

Jamile Cruz Jamile Cruz 14/08/2025 13 minutos
O Marco Civil da Internet é uma das principais normas que regulam o uso da internet no Brasil. Neste conteúdo, você vai entender o que diz a Lei nº 12.965/2014, como ela se relaciona com a LGPD, quais são seus princípios fundamentais e como utilizá-la em sua prática jurídica.
Marco Civil da Internet: princípios e aplicações

Com a crescente digitalização da sociedade, o ambiente virtual tornou-se palco de interações sociais, comerciais e políticas que exigem regulamentações específicas. 

Nesse cenário, o Marco Civil da Internet se destaca como uma das principais normas que estruturam direitos, deveres e responsabilidades no uso da rede. 

Neste artigo apresentamos os pontos centrais da Lei n° 12.965/2014, suas jurisprudências mais relevantes e os impactos práticos dessa norma para advogados que atuam no contencioso digital .

O que é o Marco Civil da Internet?

O Marco Civil da Internet, instituído pela Lei nº 12.965/2014, é a legislação que estabelece os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil

Trata-se de um marco normativo que passou a regular especificamente o ambiente digital, suprindo lacunas anteriormente tratadas apenas com base na Constituição Federal, especialmente em temas como privacidade e proteção de dados pessoais.

Qual é a função do Marco Civil da Internet?

O Marco Civil da Internet surgiu da necessidade de regulamentar o ambiente digital, promovendo segurança jurídica e garantindo direitos fundamentais dos usuários. 

Assim, a norma funciona como uma espécie de “Constituição da Internet”, ao definir diretrizes para atuação de usuários, provedores e do próprio Estado, especialmente no que diz respeito à privacidade, à neutralidade da rede e à liberdade de expressão online.

Quem sancionou o Marco Civil da Internet?

O Marco Civil da Internet foi sancionado pela então presidente Dilma Rousseff no dia 23 de abril de 2014, durante o evento internacional NetMundial, realizado em São Paulo. 

A escolha da data e do contexto não foi aleatória: tratava-se de um momento em que o Brasil buscava se afirmar como protagonista na construção de uma governança global da internet.

Descubra como o ChatGPT para Advogados da Jurídico AI revoluciona sua advocacia

Principais conceitos do Marco Civil da Internet

A própria Lei n° 12.965/2014  traz definições importantes para a interpretação de seus dispositivos. Entre os principais conceitos, destacamos:

  • Internet: sistema mundial de protocolos estruturados para possibilitar a comunicação de dados entre redes.
  • Provedor de conexão: empresa que oferece acesso à internet ao usuário final.
  • Provedor de aplicações: entidade que disponibiliza conteúdos ou serviços online, como redes sociais, plataformas de vídeo, e-commerce, entre outros.
  • Registros de conexão: informações que indicam data, hora e duração das conexões à internet de um determinado terminal.
  • Registros de acesso a aplicações: dados que apontam quando e por quanto tempo um usuário acessou determinado serviço ou plataforma na internet.

Fundamentos, direitos e garantias do Marco Civil da Internet

A Lei nº 12.965/2014 também estabelece, nos seus primeiros artigos, as bases para o uso da internet no Brasil. 

Esses dispositivos se dividem em três partes principais: fundamentos, princípios e garantias aos usuários.

Fundamentos (Art. 2º)

Refletem valores constitucionais aplicados ao meio digital:

  • Respeito à liberdade de expressão;
  • Reconhecimento da natureza global da internet;
  • Promoção dos direitos humanos e do desenvolvimento da personalidade;
  • Estímulo ao exercício da cidadania em meios digitais;
  • Pluralidade e diversidade;
  • Abertura e colaboração na rede;
  • Livre iniciativa e livre concorrência;
  • Defesa do consumidor;
  • Finalidade social da rede.

Confira o infográfico para você conseguir visualizar melhor esses fundamentos:

Infográfico com fundamentos do Marco Civil da Internet

Princípios (Art. 3º)

Diretrizes que orientam a interpretação e aplicação da lei:

  • Garantia da liberdade de expressão, comunicação e manifestação do pensamento;
  • Proteção da privacidade e dos dados pessoais;
  • Preservação e garantia da neutralidade da rede;
  • Estabilidade, segurança e funcionalidade da internet;
  • Responsabilização dos agentes pelos atos praticados;
  • Preservação da natureza participativa da rede;
  • Liberdade dos modelos de negócios online, desde que respeitem os demais princípios.

Direitos e garantias dos usuários (Art. 7º)

Direitos assegurados a quem utiliza a internet no Brasil:

  • Inviolabilidade da intimidade e da vida privada, com direito à indenização por danos materiais ou morais;
  • Sigilo do fluxo de comunicações na internet, salvo por ordem judicial;
  • Sigilo das comunicações privadas armazenadas, como e-mails;
  • Proibição de suspensão da conexão por inadimplemento de serviços;
  • Manutenção da qualidade contratada da conexão;
  • Contratos com informações claras e completas;
  • Não fornecimento de dados a terceiros sem consentimento ou previsão legal;
  • Justificativa para coleta, uso, armazenamento e exclusão de dados;
  • Termos de uso com linguagem clara, de fácil acesso ao usuário;
  • Acessibilidade para pessoas com deficiências físicas, sensoriais ou perceptivas;
  • Aplicação do Código de Defesa do Consumidor às relações de consumo pela internet
JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Art. 19 do Marco Civil e a Responsabilidade das Plataformas Digitais

Atualmente um dos pontos mais debatidos no STF é o conteúdo do Art. 19, Lei nº 12.965/2014, que trata da responsabilidade civil de provedores de aplicação por danos decorrentes de conteúdos gerados por terceiros.


“Art. 19, Lei nº 12.965/2014- Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.”

O artigo dispõe que as plataformas só podem ser responsabilizadas caso não retirem o conteúdo após ordem judicial específica

Ou seja, não há responsabilidade objetiva ou solidária, a responsabilização depende do descumprimento de decisão judicial.

Esse dispositivo tem sido questionado quanto à sua constitucionalidade, especialmente diante de casos que envolvem discurso de ódio, desinformação e violação de direitos fundamentais

A discussão sobre o artigo 19 tem relação direta com a possível regulamentação das plataformas digitais, e envolve temas complexos como:

  • A moderação de conteúdos sensíveis sem necessidade de intervenção judicial;
  • A responsabilidade proativa das plataformas diante de danos previsíveis;
  • A preservação do debate público livre, sem comprometer direitos fundamentais.

O entendimento final do STF nesse tema poderá redesenhar os limites jurídicos da atuação das plataformas no Brasil, impactando diretamente a advocacia digital, o contencioso cível e os direitos fundamentais no ambiente virtual.

Imagem representando fundamentos do Marco Civil da Internet

Qual a diferença entre LGPD e Marco Civil da Internet?

Apesar de tratarem de temas semelhantes, o Marco Civil da Internet (Lei n° 12.965/2014) e a LGPD (Lei nº 13.709/2018) possuem finalidades distintas e abordam aspectos complementares da regulação no ambiente digital.

Finalidade

Marco Civil da Internet: Tem como objetivo estabelecer princípios, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil. Funciona como uma espécie de estatuto geral da internet.

LGPD: É uma legislação específica sobre o tratamento de dados pessoais, aplicável tanto no meio digital quanto no físico.

Proteção de dados pessoais

Marco Civil da Internet: Apresenta dispositivos sobre privacidade e proteção de dados (como o Art. 7º), mas com uma abordagem mais genérica.

LGPD: Regulamenta de forma detalhada o tratamento de dados pessoais, criando obrigações como:
– Obtenção de consentimento
– Fundamentação legal para o tratamento
– Direitos dos titulares (acesso, correção, exclusão etc.)
– Obrigação de segurança e transparência

Responsabilização

Marco Civil da Internet: A responsabilidade dos provedores de aplicação por conteúdo de terceiros ocorre somente em caso de descumprimento de ordem judicial (Art. 19). Isso significa que a plataforma não responde automaticamente por danos causados por usuários.

LGPD: A responsabilidade pelo tratamento inadequado de dados pessoais pode ocorrer independentemente de decisão judicial, sendo previstas sanções administrativas diretas pela ANPD, além de ações judiciais individuais.

Aplicabilidade

Marco Civil da Internet: Aplica-se especificamente ao uso da internet.

LGPD: Aplica-se a qualquer operação de tratamento de dados pessoais, seja no meio digital ou físico, por pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas.

O papel do DPO (Encarregado de Dados) segundo a LGPD no contexto do Direito Digital

Entendimentos e Jurisprudências sobre a Lei nº 12.965/2014

A interpretação do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) pelo Judiciário brasileiro tem evoluído, consolidando entendimentos importantes sobre os limites da responsabilidade civil, o papel dos provedores e a proteção de direitos fundamentais como a liberdade de expressão e a dignidade humana. 

A seguir, destacamos as decisões relevantes que refletem essas tendências:


Bloqueio de perfis em redes sociais e o limite da liberdade de expressão

O Supremo Tribunal Federal reafirmou que a liberdade de expressão não é absoluta e pode ser restringida diante de abusos que atentem contra a ordem democrática ou incentivem o ódio.

“A liberdade de expressão é consagrada constitucionalmente e balizada pelo binômio liberdade e responsabilidade, ou seja, o exercício desse direito não pode ser utilizado como verdadeiro escudo protetivo para a prática de atividades ilícitas. (…) Uma vez desvirtuado criminosamente o exercício da liberdade de expressão, a Constituição Federal e a legislação autorizam medidas repressivas civis e penais, tanto de natureza cautelar quanto definitivas.”
STF, PET 10373 AGR-QUINTO, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 14/11/2022, publicado em 08/03/2023

Responsabilidade do provedor de aplicação por conteúdo ofensivo: necessidade de ordem judicial

O TJDFT  reafirmou que, em regra, o provedor só pode ser responsabilizado civilmente se descumprir uma ordem judicial de remoção de conteúdo.

“O regramento normativo (art. 19 da Lei 12.965/2014) estabelece que a responsabilidade civil do provedor de aplicação é subjetiva, advinda do não cumprimento de decisão judicial (…). Somente se instado judicialmente a realizar a retirada de dados/informações da rede social, considerados violadores de direitos, e ainda assim não tomadas as providências necessárias para torná-los indisponíveis, é que deverá responder civilmente pelo conteúdo criado por terceiros.”
TJDFT, 07192146920218070020, Rel. Des. Fabrício Fontoura Bezerra, 7ª Turma Cível, julgado em 13/07/2022

Divulgação de dados pessoais com conteúdo sexual: limites do art. 19 do Marco Civil

O STJ entendeu que, mesmo em casos graves como associação indevida de dados pessoais a conteúdo sexual, a responsabilidade do provedor segue sendo condicionada à ordem judicial.

“A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça está amplamente consolidada no sentido de afirmar que a responsabilidade dos provedores (…) é subjetiva e solidária, somente nas hipóteses em que, após ordem judicial, negar ou retardar indevidamente a retirada do conteúdo. (…) A motivação do conteúdo divulgado de forma indevida é indiferente para a incidência do art. 19.”
STJ, REsp 1993896/SP, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 17/05/2022

Conteúdo ofensivo envolvendo menor de idade: exceção à regra da ordem judicial

Neste caso, o STJ entendeu que a proteção da criança e do adolescente tem prevalência sobre a regra geral do art. 19, permitindo a responsabilização direta do provedor mesmo sem ordem judicial prévia.

“Para atender ao princípio da proteção integral consagrado no direito infantojuvenil, é dever do provedor de aplicação na Internet proceder à retirada de conteúdo envolvendo menor de idade (…) independentemente de ordem judicial. (…) A responsabilidade civil deve ser analisada sob o enfoque da relevante omissão de sua conduta (…). A aplicação isolada do art. 19 da Lei 12.965/2014 é insuficiente.”
STJ, REsp 1783269/MG, Rel. Min. Antonio Carlos Ferreira, julgado em 14/12/2021


Como a Jurídico AI pode ajudar advogados em ações envolvendo o Marco Civil da Internet e a LGPD

A atuação em casos que envolvem o Marco Civil da Internet e a LGPD exige rapidez, precisão jurídica e atualização constante sobre jurisprudência e regulação digital. 

A Jurídico AI oferece suporte estratégico aos advogados com automação de peças personalizadas, pesquisa jurisprudencial e fundamentação legal atualizada.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

O que é Marco Civil da Internet?

É a Lei nº 12.965/2014, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil. Funciona como uma “Constituição da Internet”, regulando temas como liberdade de expressão, privacidade, neutralidade da rede e responsabilidade dos provedores.

O que é o Projeto de Lei do Marco Civil da Internet?

O projeto de lei foi a proposta legislativa que deu origem ao Marco Civil, aprovado em 2014. Dessa forma, a Lei n° 12.695/14  nasceu após amplo debate público, com participação da sociedade civil, especialistas e organizações, e visava criar uma norma geral para o uso da internet no país.

Quais são as quatro regras do Marco Civil da Internet?

Não há uma divisão oficial em “quatro regras”, mas os pilares mais recorrentes da lei são:
Liberdade de expressão
Proteção à privacidade e aos dados pessoais
Neutralidade da rede
Responsabilidade limitada dos provedores

Qual a diferença entre LGPD e Marco Civil da Internet?

O Marco Civil regula o uso da internet de forma ampla, enquanto a LGPD trata especificamente do tratamento de dados pessoais, tanto online quanto offline. A LGPD é mais detalhada, impõe obrigações técnicas, e prevê sanções administrativas pela ANPD, independentemente de ordem judicial.

Qual é a função do Marco Civil da Internet?

Estabelecer um conjunto de regras claras para garantir os direitos dos usuários, a segurança jurídica, a liberdade de expressão e a neutralidade da rede, além de definir deveres para usuários, provedores e o Estado.

Quais são os 5 exemplos de liberdade de expressão?

Embora o Marco Civil não traga uma lista, podemos citar como exemplos:
-Opinar nas redes sociais
-Publicar conteúdos em blogs ou vídeos
-Participar de fóruns online
-Criticar políticas públicas ou figuras públicas
-Criar conteúdo jornalístico independente

Obs: Todos esses exemplos devem respeitar os limites legais, como não incitar ódio, violência ou discriminação.

Quem sancionou o Marco Civil da Internet?

 A presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Civil da Internet em 23 de abril de 2014.

Para que serve o Marco Civil da Internet?

Serve para garantir que o ambiente digital brasileiro seja regido por regras claras, assegurando direitos fundamentais, transparência nas relações digitais e equilíbrio entre liberdade e responsabilidade online.

Jamile Cruz Jamile Cruz 14/08/2025

FAQ

O que é a Jurídico AI e quem está por trás?

A Jurídico AI é uma plataforma de inteligência artificial para o contencioso trabalhista de médias e grandes empresas. A plataforma lê os processos da empresa, extrai dados estruturados e entrega dossiês de defesa, preparação de audiências e relatórios de passivo em tempo real, para que o departamento jurídico tenha visibilidade e controle sem depender de consolidação manual. Fundada em 2023 por Cesar Orlando (CEO), Marco Barcelos (CTO) e Pedro Tibau, advogado, a empresa reúne experiência em tecnologia e no mercado jurídico brasileiro. A plataforma está em operação desde janeiro de 2024, com investidores estratégicos e infraestrutura certificada Google Cloud Platform.

Quanto tempo leva para a equipe estar operando?

Quem vai usar a plataforma precisa de treinamento?

Com quais sistemas de RH existe integração?

Quais as vantagens de usar a Jurídico AI?

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 Apresentação de memoriais: o que significa e qual o prazo? 26/08/26 → Ler artigo
  2. 2 7 erros comuns ao usar jurisprudência e como evitá-los 25/08/26 → Ler artigo
  3. 3 Execução e cumprimento de sentença: qual a diferença? 25/08/26 → Ler artigo
  4. 4 Como rescindir um contrato? 22/08/26 → Ler artigo
  5. 5 Multa contratual pode ser abusiva? 22/08/26 → Ler artigo
  6. 6 Quando o direito de arrependimento não se aplica? 21/08/26 → Ler artigo
  7. 7 Como antecipar na petição inicial possíveis pontos da contestação 21/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Fraude bancária: entenda como funciona, principais golpes e como se proteger 19/08/26 → Ler artigo
  9. 9 Modelo de contrato de financiamento imobiliário [cláusulas essenciais] 19/08/26 → Ler artigo
  10. 10 Qual a diferença entre calúnia, difamação e injúria? 19/08/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Individualização da pena: como funciona e quais critérios devem ser analisados 26/08/26 → Ler artigo
  2. 2 Apresentação de memoriais: o que significa e qual o prazo? 26/08/26 → Ler artigo
  3. 3 Crime de Prevaricação no Código Penal: Tipos e Pena 23/08/26 → Ler artigo
  4. 4 Superlotação de presídios autoriza a progressão antecipada de regime? 13/08/26 → Ler artigo
  5. 5 Como calcular a progressão de regime? Veja os percentuais e a data-base 13/08/26 → Ler artigo
  6. 6 Progressão de Regime: Entenda os requisitos e como funciona 10/08/26 → Ler artigo
  7. 7 Quando o “olheiro” responde por tráfico de drogas? Entenda a decisão do STJ  04/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Queixa-Crime: O Guia Definitivo para Potencializar sua Atuação Penal 28/07/26 → Ler artigo
  9. 9 Injúria: Definição legal, consequências e atuação jurídica 20/05/26 → Ler artigo
  10. 10 Lei 15.397/2026: Mudanças no Código Penal 06/05/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 STJ cria dois circuitos para o filtro de relevância; entenda como funcionarão 25/08/26 → Ler artigo
  2. 2 STF valida restrição à recuperação judicial de devedor contumaz 25/08/26 → Ler artigo
  3. 3 CNJ muda regra do ITCMD no inventário extrajudicial: Entenda 20/08/26 → Ler artigo
  4. 4 STF amplia medidas protetivas da Lei Maria da Penha para casos sem vínculo doméstico 20/08/26 → Ler artigo
  5. 5 STF proíbe alíquota maior de IPTU com base na área do imóvel 18/08/26 → Ler artigo
  6. 6 STJ: envio de pornografia sem consentimento pode configurar importunação sexual 17/08/26 → Ler artigo
  7. 7 Casas Bahia: Entenda o pedido de recuperação judicial 17/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Candidato inelegível pode registrar candidatura? Entenda o caso Pablo Marçal 17/08/26 → Ler artigo
  9. 9 OAB pede veto ao projeto que aumenta as custas na Justiça Federal 14/08/26 → Ler artigo
  10. 10 STJ fixa limites ao testemunho indireto na decisão de pronúncia 13/08/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 O print certo, no lugar errado, não convence ninguém: Onde e como posicionar provas em peças processuais? 25/08/26 → Ler artigo
  2. 2 IA evoluindo rápido e honorários pressionados: qual é o segredo para o sucesso financeiro num mundo que tenta ser “AI-first”? 25/08/26 → Ler artigo
  3. 3 Como deve ser monitoramento de processos num mundo com IA? 25/08/26 → Ler artigo
  4. 4 Despesas processuais: o que são, quais são e quem paga? 24/08/26 → Ler artigo
  5. 5 Preso pode votar? Entenda o que diz a lei! 23/08/26 → Ler artigo
  6. 6 Quando vale a pena recorrer de uma sentença? Entenda! 21/08/26 → Ler artigo
  7. 7 5 livros que todo advogado deveria ler 20/08/26 → Ler artigo
  8. 8 Quanto tempo tenho para entrar com uma ação na Justiça? Entenda os prazos 20/08/26 → Ler artigo
  9. 9 Como saber se fui citado em um processo? 18/08/26 → Ler artigo
  10. 10 Qual a diferença entre jurisprudência e súmula? 18/08/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Entenda o que é sobrepartilha de bens, quando ela é necessária, como funciona, qual o rito, o valor da causa e o prazo para requerê-la.
    Direito de Família

    Sobrepartilha de bens: entenda como funciona e quando fazer

    Entenda o que é sobrepartilha de bens, quando ela é necessária, como funciona, qual o rito, o valor da causa e o prazo para requerê-la.

    → Ler artigo
    26 ago, 2026
  • Individualização da pena: como funciona e quais critérios devem ser analisados
    Direito Penal

    Individualização da pena: como funciona e quais critérios devem ser analisados

    A individualização da pena orienta a definição da sanção no caso concreto. Entenda suas etapas, a relação com a dosimetria e quais critérios exigem atenção na análise da pena.

    → Ler artigo
    26 ago, 2026
  • Apresentação de memoriais e prazo para o advogado
    Direito Civil

    Apresentação de memoriais: o que significa e qual o prazo?

    A apresentação de memoriais pode ocorrer em diferentes momentos do processo e não possui um prazo único. Entenda o conceito, quando são utilizados e quais cuidados observar.

    → Ler artigo
    26 ago, 2026
  • A empresa pode demitir durante as férias? Entenda as regras sobre dispensa, aviso-prévio, retorno ao trabalho e estabilidade após o período de descanso.
    Direito Trabalhista

    A empresa pode demitir durante as férias?

    A empresa pode demitir durante as férias? Entenda as regras sobre dispensa, aviso-prévio, retorno ao trabalho e estabilidade após o período de descanso.

    → Ler artigo
    25 ago, 2026
  • STJ cria dois circuitos para o filtro de relevância dos recursos especiais
    Notícias sobre Direito

    STJ cria dois circuitos para o filtro de relevância; entenda como funcionarão

    O STJ criou dois circuitos para o filtro de relevância: um destinado à solução do caso concreto e outro voltado à formação de teses jurídicas.

    → Ler artigo
    25 ago, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 26 ago, 2026
    Entenda como funciona a sobrepartilha extrajudicial e confira um modelo de escritura pública para regularizar bens descobertos após a partilha.

    Modelo de Sobrepartilha de Bens Extrajudicial [atualizado]

    Entenda como funciona a sobrepartilha extrajudicial e confira um modelo de escritura pública para regularizar bens descobertos após a partilha.

    → Ler artigo
  • 26 ago, 2026
    Confira um modelo de sobrepartilha judicial completo e editável, com fundamentação jurídica, legislação aplicável e estrutura para adaptar a petição ao caso concreto.

    Modelo de Sobrepartilha Judicial: veja como elaborar a petição

    Confira um modelo de sobrepartilha judicial completo e editável, com fundamentação jurídica, legislação aplicável e estrutura para adaptar a petição ao caso concreto.

    → Ler artigo
  • 25 ago, 2026
    Confira um modelo de Pedido de Desbloqueio de Valores Salariais para casos em que a constrição judicial atinge verba de natureza alimentar, com fundamentos no CPC e jurisprudência aplicável.

    Modelo de Pedido de Desbloqueio de Valores Salariais 2026

    Confira um modelo de Pedido de Desbloqueio de Valores Salariais para casos em que a constrição judicial atinge verba de natureza alimentar, com fundamentos no CPC e jurisprudência aplicável.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto