Contestação: Revisional de Alimentos com Redução [Modelo]

26 fev, 2025
Uma advogada fazendo uma Contestação em Ação de Revisional de Alimentos.

Sem dúvida, elaborar uma contestação para a ação revisional de alimentos com pedido de redução é fundamental para garantir uma defesa eficaz e fundamentada. 

Desenvolvemos um modelo completo para simplificar esse processo, com  uma resposta detalhada e embasada às demandas judiciais.

A equipe da Jurídico AI dedicou-se a criar um modelo abrangente de contestação para revisão de alimentos, com o objetivo de proporcionar uma solução ágil e precisa para esta fase do litígio.

Se você busca proteger os direitos dos seus clientes e interesses frente à revisão de pensão alimentícia com eficiência e rigor técnico, estamos prontos para orientá-lo nesse processo. Confira!

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Modelo de Contestação em Ação Revisional com Redução de Pensão

___ª VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA DE ___ DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ___

Contestação dirigida ao Processo nº [Número do Processo]

[Nome do Alimentando], inscrito no [CPF], menor representado por sua representante legal [Nome da Representante], [Nacionalidade], [Estado Civil], [Profissão], inscrito no CPF sob o nº [CPF] com endereço eletrônico [ENDEREÇO ELETRÔNICO], domiciliado em [ENDEREÇO DO DOMICÍLIO/SEDE], representado também por seu advogado com procuração anexa, com escritório em [ENDEREÇO DO ESCRITÓRIO] onde receberá as devidas intimações nos termos do art. 77, inciso V, do CPC, vem respeitosamente, à presença de Vossa Excelência apresentar com base no art. 335 do mesmo Código:

CONTESTAÇÃO

Em face de Ação Revisional com Redução de Pensão Alimentícia, Processo nº [Número do Processo] proposta por [NOME DO AUTOR], [NACIONALIDADE], [ESTADO CIVIL], [PROFISSÃO/ÁREA DE ATUAÇÃO], portador do RG nº [RG], inscrito no [CPF/CNPJ], com endereço eletrônico [ENDEREÇO ELETRÔNICO], domiciliado em [ENDEREÇO DO DOMICÍLIO/SEDE], pelos fatos a seguir.

Da Tempestividade

Em conformidade com o art. 335 do Novo CPC, que dispõe sobre o prazo da contestação ser de até 15 dias úteis após o termo inicial [Data do termo inicial], a presente medida se realiza tempestivamente, sendo protocolada no dia [Data de protocolo].

Breve síntese da Petição Inicial

Trata-se de ação revisional de alimentos movida em face do Alimentando, na qual a parte autora, empregada sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), busca a redução do percentual de 30% de seus rendimentos líquidos, atualmente destinado ao pagamento de pensão alimentícia em favor de seu filho menor. Alega que, em razão de uma significativa e inesperada redução salarial ocorrida nos últimos meses, a obrigação alimentar tornou-se desproporcional e insustentável, comprometendo sua subsistência e a capacidade de arcar com outras despesas básicas.

A parte autora sustenta que, apesar de não estar inadimplente com a obrigação alimentar, a manutenção do percentual fixado compromete gravemente sua dignidade e sobrevivência. Afirma, ainda, que a genitora do menor encontra-se em melhores condições financeiras atualmente, o que deveria ser considerado na análise do binômio necessidade-possibilidade, a fim de evitar um desequilíbrio nas obrigações parentais. Além disso, pleiteia a concessão do benefício de Justiça Gratuita, alegando não possuir condições financeiras para arcar com as custas processuais sem prejuízo de sua subsistência.

A presente Contestação visa, portanto, refutar os argumentos apresentados pela parte autora, trazendo à tona a realidade dos fatos, especialmente no que tange à análise do binômio necessidade-possibilidade e à proporcionalidade da obrigação alimentar. Busca-se demonstrar que os fundamentos apresentados pelo autor carecem de elementos que justifiquem a redução pretendida, além de esclarecer que a obrigação alimentar deve ser analisada sob a ótica do melhor interesse do menor, que é o destinatário final da prestação alimentícia.

É a breve síntese do necessário.

Do Mérito

Da Inexistência de Comprovação Suficiente para Concessão da Justiça Gratuita

O artigo 98 do Código de Processo Civil estabelece que o benefício da Justiça Gratuita somente pode ser concedido àqueles que comprovarem, de forma inequívoca, a insuficiência de recursos para arcar com as custas processuais sem prejuízo de sua subsistência. No caso em tela, a parte autora limita-se a apresentar holerites que apontam uma redução salarial, entretanto, tal prova, por si só, não é suficiente para demonstrar a alegada incapacidade financeira. 

Ademais, é importante observar que o autor encontra-se plenamente adimplente com a obrigação alimentar, fixada em 30% de seus rendimentos líquidos, e não há qualquer comprovação nos autos de inadimplência em outras despesas essenciais. Tal circunstância demonstra que ele mantém condições financeiras para honrar compromissos de maior impacto em sua renda, o que contraria a tese de incapacidade econômica absoluta. A continuidade no cumprimento da obrigação alimentar, mesmo após a suposta redução salarial, corrobora a ausência de prejuízo à sua subsistência, evidenciando que a situação financeira apresentada pelo autor não configura, de forma alguma, um estado de hipossuficiência que justifique a concessão do benefício pretendido.

Portanto, a ausência de comprovação cabal da alegada incapacidade financeira do autor, aliada ao fato de ele permanecer adimplente com suas obrigações principais, evidencia a total improcedência de seu pleito de Justiça Gratuita. A tentativa de se valer desse benefício sem atender aos requisitos legais aplicáveis configura um desvirtuamento do instituto e deve ser indeferida, preservando-se o equilíbrio processual e a correta aplicação da legislação. 

Da Ausência de Alteração Substancial e Imprevisível na Capacidade Financeira

O artigo 1.699 do Código Civil condiciona a revisão da pensão alimentícia à demonstração de uma alteração significativa na situação financeira de quem presta ou recebe os alimentos, o que, no presente caso, não foi devidamente comprovado pelo autor. 

Embora este alegue uma redução salarial, tal fato, por si só, não constitui alteração substancial e imprevisível capaz de justificar a modificação do percentual fixado. Ressalte-se que o autor permanece adimplente com a obrigação alimentar, o que evidencia que a redução de seus rendimentos não inviabilizou o cumprimento do encargo nos moldes estabelecidos. 

Ademais, a pretensão de revisão fundamenta-se em meras alegações genéricas de dificuldades financeiras, sem que tenha sido efetivamente demonstrado que sua subsistência e dignidade estejam comprometidas de maneira concreta e inequívoca.

O princípio da boa-fé processual, consagrado no artigo 5º do Código de Processo Civil, exige que as partes apresentem elementos claros, objetivos e suficientes para embasar suas pretensões. No entanto, o autor limita-se a apresentar holerites que indicam uma redução salarial, sem comprovar como essa diminuição impacta diretamente sua capacidade de atender à obrigação alimentar ou compromete sua subsistência de modo grave. 

Não há nos autos qualquer prova concreta que demonstre a impossibilidade de manter a atual pensão sem prejuízo de suas necessidades vitais. A ausência de comprovação efetiva acerca do alegado desequilíbrio financeiro inviabiliza a análise favorável de seus pedidos.

Cabe enfatizar que a obrigação alimentar deve ser analisada sob a ótica do melhor interesse do menor, que é o destinatário final da prestação alimentícia. O autor, ao buscar a redução do percentual fixado, desconsidera a necessidade de preservação das condições adequadas ao desenvolvimento e bem-estar do alimentando, que não pode ser prejudicado em razão de circunstâncias que não configuram alteração substancial e imprevisível. 

Diante da inexistência de uma alteração significativa e comprovada na situação econômica do autor que justifique a revisão da pensão alimentícia, e considerando que os elementos constantes nos autos não evidenciam qualquer comprometimento efetivo de sua subsistência ou dignidade, o pleito apresentado deve ser julgado improcedente.

Da Irrelevância da Condição Financeira da Genitora para Revisão Unilateral

O artigo 1.694 do Código Civil preceitua que a obrigação alimentar deve ser fixada com base no binômio necessidade-possibilidade, impondo a ambos os genitores o dever de contribuir para o sustento do filho de maneira proporcional às suas capacidades financeiras. Contudo, essa previsão normativa não autoriza a revisão unilateral da pensão alimentícia, tampouco permite que o ônus de sustento do menor seja transferido desproporcionalmente a um dos genitores sem a devida comprovação de alteração significativa e concreta das circunstâncias que justificaram a fixação do encargo original.

No caso em análise, a parte autora fundamenta seu pedido de revisão exclusivamente em uma alegada redução salarial, mas não comprova de forma robusta que tal alteração inviabiliza o cumprimento da obrigação alimentar. Os holerites anexados aos autos, embora demonstrem uma redução de rendimentos, não configuram, isoladamente, prova suficiente para justificar a diminuição do percentual de 30% fixado a título de pensão alimentícia. Ressalte-se que o autor permanece empregado sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e, portanto, mantém uma fonte regular de renda, o que denota a existência de condições mínimas para o cumprimento da obrigação.

A tentativa de atribuir à genitora do menor um maior ônus financeiro sob o argumento de que esta se encontra em melhores condições econômicas carece de fundamentação probatória. O autor não apresentou nenhum elemento concreto que demonstre alteração significativa na situação financeira da genitora que justifique a redistribuição do encargo alimentar. 

O menor, como destinatário final da pensão alimentícia, deve ter suas necessidades plenamente atendidas, sendo inadmissível que o alimentante busque reduzir sua contribuição com base em conjecturas acerca da condição financeira do outro genitor.

O pedido de revisão formulado pelo autor, além de carecer de fundamento probatório, afronta o princípio da solidariedade familiar, pois busca transferir unilateralmente o ônus do sustento do menor em prejuízo do equilíbrio das obrigações parentais. A manutenção do percentual fixado é imprescindível para assegurar o atendimento integral das necessidades do menor, em consonância com os princípios constitucionais e legais que regem a matéria. Assim, é evidente a improcedência dos argumentos apresentados pelo autor, devendo ser indeferido o pleito de redução da pensão alimentícia.

Da Inexistência dos Requisitos para Concessão de Tutela Antecipada

A concessão de tutela antecipada, nos termos do artigo 300 do Código de Processo Civil, exige a presença cumulativa de dois requisitos essenciais: a probabilidade do direito e o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo. No caso em análise, o autor não logrou êxito em demonstrar a probabilidade do direito que pudesse sustentar sua pretensão de revisão da pensão alimentícia. 

A simples alegação de comprometimento financeiro, desacompanhada de elementos concretos que atestem a inviabilidade de sua subsistência, não atende ao requisito de probabilidade do direito.

Ademais, o autor permanece adimplente com a obrigação alimentar, conforme consta em sua própria petição inicial, não havendo qualquer indício de inadimplência ou de dano iminente que justifique a urgência da medida postulada. A ausência de inadimplência demonstra que o cumprimento da obrigação não inviabiliza, até o presente momento, a manutenção de suas necessidades básicas. Dessa forma, o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação também não se encontra configurado, uma vez que o autor não demonstrou, de forma clara e objetiva, que sua situação financeira atual compromete sua dignidade ou inviabiliza o cumprimento de suas demais responsabilidades.

Os argumentos apresentados pelo autor carecem de respaldo jurídico e probatório, não se mostrando aptos a preencher os requisitos legais exigidos para a concessão da tutela antecipada. A ausência de elementos concretos que demonstrem a probabilidade do direito e o perigo de dano irreparável torna o pedido manifestamente improcedente, devendo ser rechaçado para resguardar a legalidade e o equilíbrio da relação processual.

Da Ausência de Comprovação Efetiva da Modificação do Binômio Necessidade-Possibilidade

O artigo 1.699 do Código Civil estabelece que a revisão dos alimentos somente será cabível quando houver alteração significativa nas condições financeiras de quem presta ou recebe a obrigação alimentar. No presente caso, o autor não demonstrou de forma suficiente que sua capacidade contributiva foi reduzida a ponto de justificar a revisão pretendida. Embora tenha apresentado holerites que indicam uma redução salarial, tal prova isolada não é suficiente para configurar uma modificação substancial no binômio necessidade-possibilidade. É imperioso destacar que o autor permanece adimplente com a obrigação alimentar, o que evidencia que sua subsistência não foi inviabilizada pelo cumprimento da obrigação.

Ademais, o autor não trouxe aos autos elementos concretos que demonstrem que a manutenção do percentual atual compromete as suas necessidades básicas ou que o relegue a uma situação de penúria. A alegação genérica de dificuldade financeira não possui o condão de justificar a alteração da pensão alimentícia, especialmente porque o autor não comprovou inadimplência em outras despesas essenciais. 

A redução da renda, por si só, não caracteriza automaticamente uma alteração relevante na capacidade contributiva, devendo ser analisada à luz das necessidades do alimentando, que permanecem inalteradas e devem ser priorizadas, nos termos do artigo 227 da Constituição Federal e do artigo 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O pedido do autor deve ser julgado improcedente, uma vez que não restou comprovada alteração substancial em sua situação financeira que justifique a redução da pensão alimentícia. A ausência de provas concretas que demonstrem a inviabilidade de cumprimento da obrigação imposta reforça a necessidade de prevalência do melhor interesse do menor e a manutenção do percentual já fixado, em conformidade com o ordenamento jurídico vigente.

Dos Requerimentos

Diante do acima exposto, e dos documentos acostados, é a presente contestação para requerer os seguintes pleitos:

  1. A improcedência total dos pedidos formulados pelo autor, mantendo-se o valor dos alimentos atualmente pagos; 
  1.  A condenação do autor ao pagamento de honorários advocatícios sucumbenciais;
  1. A produção de todas as provas admitidas em direito, caso necessário.

Nestes termos, pede deferimento.

[Cidade/UF]

[Advogado/OAB]

Entenda mais sobre o Contestação, acesse:

Contestação Trabalhista: O que é e como funciona? [Guia Completo]

Modelo de Contestação em Ação Interdito Proibitória [Completo]

Modelo de Contestação em Investigação de Paternidade [Completo]

Modelo de Contestação em Ação Indenizatória por Danos Morais [Completo]

Contestação na Ação de Cobrança [Modelo]

Contestação na Ação de alimentos [Modelo]

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A contestação em uma ação revisional de alimentos com pedido de redução da pensão exige uma abordagem estratégica para demonstrar a ausência de fundamentos para a modificação do valor anteriormente fixado.

É essencial comprovar que a capacidade financeira do alimentante não sofreu alteração significativa que justifique a revisão e que as necessidades do alimentando permanecem ou até aumentaram. 

Além disso, a contestação deve estar embasada em provas documentais e jurisprudência pertinente, reforçando a necessidade de manter a pensão nos moldes atuais.

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Passo 1: Acesse o site da Jurídico AI e crie sua conta. Se já possuir uma conta, faça login utilizando suas credenciais.

Tela de login na plataforma Jurídico AI

Passo 2: Após o login, selecione a opção “Escreva uma Contestação” para iniciar a elaboração do documento.

selecione a opção "escreva sua contestação"

Passo 3: Informe os dados essenciais do processo, como o número da ação, os dados do autor e do réu, e o tribunal onde o caso está tramitando.

Preencha com as informações essenciais da contestação, incluindo:

  • Preliminares (se houver): Questões processuais que possam influenciar no andamento da ação.
  • Síntese da ação: Resumo da solicitação feita pelo autor, explicando os motivos da revisão da pensão.
  • Razões da defesa: Argumentação sobre a impossibilidade ou inadequação da redução da pensão, com base em documentos e provas.
  • Provas: Indicação dos documentos anexados para comprovação da capacidade financeira e necessidade do alimentando.
  • Pedidos finais: Solicitação para que o juiz julgue improcedente o pedido de redução da pensão.
Formulário para preenchimento de informações.
Formulário para preenchimento de informações.

Passo 5: Revise as teses geradas, faça os ajustes necessários e selecione os precedentes relevantes diretamente na plataforma, garantindo que todos os aspectos da sua contestação esteja bem estruturada antes de gerar a peça final.

Revise as teses geradas.

Clique em “Gerar documento”

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Passo 6: Pronto! Sua Contestação em Ação Revisional com Redução de Pensão feita por inteligência artificial está finalizada e pronta para ser protocolada.

Contestação em Ação Revisional com Redução de Pensão feita por inteligência artificial está finalizad.

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Confira também nosso tutorial na central de dúvidas!

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Sobre o autor

Micaela Sanches

Micaela Sanches

Bacharel em Direito, com especializações em Comunicação e Jornalismo, além de Direito Ambiental e Direito Administrativo. Graduanda em Publicidade e Propaganda, uma das minhas paixões. Amo escrever e aprender sobre diversos assuntos.

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