O advogado que desconfiava da IA e hoje não vive mais sem ela (nossa culpa)
Filipe Kenzo é advogado criminalista em Araçatuba, no interior de São Paulo. Não veio de família de advogados, nem teve nada pronto: construiu a carreira e a audiência que hoje o segue como criador de conteúdo jurídico do zero
Eu vejo a Jurídico AI como uma IA criada de advogado para advogado
O desafio
Todo criminalista conhece essa cena: caso chega às 22h, prazo vencendo, cliente preso, e é preciso montar uma peça do zero.
Isso pesa ainda mais no habeas corpus. Ele tem que ser sucinto, mas não pode ser raso: precisa trazer jurisprudência que sustente a tese, e rápido, porque muitas vezes a prisão em flagrante já virou preventiva e a família está esperando uma resposta.
“O que mais toma tempo dentro da montagem de um habeas corpus, além da estruturação, é a busca por jurisprudência”, conta Filipe. Pesquisar direto no site do tribunal significa rolar página atrás de página até achar algo que sirva, e correr o risco de usar jurisprudência antiga ou já superada sem perceber.
Esse já seria desafio suficiente. Mas Filipe carregava um obstáculo anterior a qualquer ferramenta: a desconfiança na própria IA. “Eu sempre tive uma resistência com inteligência artificial”, admite. Para ele, parecia impossível existir uma IA que entendesse o suficiente do direito para ajudar de verdade, e não só entregar texto genérico.
Por que a Jurídico AI?
O que quebrou a resistência foi a confiança na Jurídico AI, não a tecnologia de IA em si. Filipe viu colegas sendo prejudicados por usar jurisprudência inventada por outras ferramentas de IA, e isso pesou a favor da Jurídico AI: “Não existe jurisprudência inventada” é o ponto que ele destaca antes de qualquer outro.
Também pesou a praticidade: não precisa quebrar a cabeça para usar, nem demorar pra pegar o jeito. Virou rotina rápido, hoje é a única IA jurídica que ele usa no dia a dia, para habeas corpus, apelação e outros recursos.
“Eu vejo a Jurídico AI como uma IA criada de advogado para advogado. Ela entende a nossa rotina, entende o que os tribunais têm passado, sintetiza tudo isso e te entrega pronto”, resume Filipe.
O que muda no dia a dia
Antes, Filipe montava a peça sob pressão e caçava jurisprudência manualmente, com o risco de usar algo desatualizado ou fraco. Hoje, ele monta a peça com a jurisprudência certa já sugerida, cumpre o prazo sem perder a cabeça e ainda sai com teses mais fortes do que sairia sozinho.
“Não visualizo o meu dia a dia sem uma inteligência artificial boa como essa”, diz.
Resultados (até o momento)
Peças sempre específicas: nunca recebeu uma peça genérica, mesmo em casos bem particulares do seu nicho.
Teses que ele não tinha visto: uma preliminar virou duas em um caso real.
Jurisprudência sempre atualizada: sem risco de citar algo já superado ou, pior, inventado.
Uso diário: hoje usa a ferramenta todos os dias, para praticamente todo tipo de peça do escritório.